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University of Engineering

Bachelor of Science

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Master of Fine Arts

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Bachelor of Fine Arts


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Informátivo:

14 imagens intrigantes da superfície de Marte

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Convenhamos que nós, seres humanos, podemos enxergar aquilo que ‘queremos ver’, mesmo dentro de um vasto mundo de hipóteses, photoshop, softwares de edição e coisas do tipo. Ou então podemos estar todos permeados pelo hábito chamado de pareidolia, que é o mesmo que nos acomete quando olhamos alguma nuvem no céu e atribuímos a ela a forma de algum animal que achamos similar a ela. O certo é que de duas uma:
Ou estamos ficando todos intrigados, ou a NASA, gigante espacial norte-americana, vem escondendo muita, muita coisa mesmo de nós, ‘meros mortais’.”
Espero que não estejam achando que é ‘caô‘ nosso, nem que seja mais uma pauta sensacionalista. Esperamos que vocês mesmos analisem essas imagens registradas da superfície do “Planeta Vermelho”, que vão te fazer ligar uma válvula no cérebro relacionada ao questionamento. A gente tem certeza que você vai se perguntar: “Será que é verdade?”
Veja por si só e tire suas conclusões a respeito dessas imagens que estão intrigando o mundo inteiro:

1. Esse rosto esculpido em uma rocha

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2. Vulto Montanhoso

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3. O possível osso de um animal

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4. O que parece ser um chapéu

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5. Dedo

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6. O rosto de Cydonia (região de Marte)

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7. Imagem auto-explicativa

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8. Intrigante!

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9. “Pedrossauro”

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10. Pirâmide marciana

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11. Formatos: Parece um semáforo

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12. Vixe!

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13. Algo parecido com material metálico

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 14. Lagarto?

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19 imagens que vão fazer você se sentir uma formiguinha na imensidão do UNIVERSO!

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Quando comparados com outros corpos celestes, vemos que nosso planeta, sol e lua são meros grãos de areia quando comparados à grandeza do universo. Por muito tempo pensamos que estivéssemos no centro do universo. Tudo girava à nossa volta como se fosse para não escapar ao nosso controle.
As estrelas eram diamante presos em um globo preso à Terra por linhas invisíveis, e o Sol era nosso escravo fornecedor de luz e calor. Foi muito difícil pra nós aceitarmos que a Terra é apenas mais um planeta girando em torno de uma estrela.
Ainda hoje não é fácil compreender que somos companheiros de Sol numa galáxia com mais de cem bilhões de estrelas, e, ainda, que a Via Láctea é apenas mais uma das dezenas de milhares de galáxias que já foram observadas e devidamente catalogadas.
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Dizer, por exemplo, que a luz atravessa o maior diâmetro da nossa galáxia em cerca de 100.000 anos, pode representar algo muito difícil de entender, mas é nessa ordem de grandeza de tempo e distância que surgiu e se desenvolveu a espécie da qual fazemos parte: o Homo Sapiens. Nós começamos a encontrar respostas engatinhando, caminhando sobre o planeta, marcando no chão as primeiras unidades de medida.
A seguir estão 26 imagens que nos fazem refletir sobre nossa existência no universo e o quanto nós somos pequenos em meio a essa imensidão:
1. Essa é a Terra! É aqui que nós vivemos.
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2. Esse é o nosso Sistema Solar
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3. Essa é a distância entre a Terra e a Lua. Não parece tão longe, parece?
3
4. Só que não. Dentro da distância entre a Terra e a Lua dá pra colocar todos os planetas do nosso sistema enfileirados. 
4 
5. Aqui é a representação do tamanho da América do Norte em Júpiter!
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6. Aqui nós temos o tamanho de 6 Terras comparado com nosso big brother Saturno
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7. Essa é a imagem de um “pequeno” cometa comparada com a cidade de Los Angeles
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8. Aqui somos nós vistos da Lua
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9. Visto de Marte, nosso planeta mais parece um grão de areia 
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10. Visto dos anéis de Saturno então, somos só um pontinho brilhante!

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11. Em Netuno, há mais de 4 bilhões de quilômetros da Terra nem é possível ver nosso planeta
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12. Aqui é o tamanho da Terra comparado com o Sol. Assustador, não é?
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13. Isso não é nada. Existem estrelas muito maiores que o nosso pequenino Sol. Olhe o quão insignificante nossa estrela parece ser nessa representação
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14. Dê outra olhada. A maior estrela conhecida, a VY Canis Majoris, é 1.000.000.000 de vezes maior que o sol
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15. Mas nada disso se compara com a nossa galáxia. De fato, nosso sol seria comparado ao tamanho de uma célula sanguínea diante da imensidão da Via Láctea.
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17. Isso é tudo que você vê da Via Láctea quando olha para o céu durante a noite
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18. Mas até nossa galáxia é pequena em comparação a outras. Aqui é uma comparação da Via Láctea com a galáxia IC 1011, que está há 350 milhões de anos luz longe da Terra18
19. Vamos pensar grande. Só nessa foto do telescópio Hubble existem milhares de galáxias com suas respectivas estrelas e planetas.
19 

Garoto russo diz que veio de Marte. Conheça essa história e de sua opinião.

Algumas crianças nascem com talentos fascinantes, habilidades incomuns. A história de um garoto incomum chamado Boriska me foi contada por membros de uma expedição a uma região anômala ao norte de Volgogrado, comumente chamada de Medvedetskaya gryada. "Você consegue imaginar, enquanto todos estavam sentados em torno de uma fogueira, à noite, um menino de aproximadamente sete anos de repente chamou a atenção de todo mundo. Muito excitado, ele queria falar a todos a respeito da vida em Marte, sobre seus habitantes e suas viagens à Terra", conta uma das testemunhas. Fez-se silêncio. Foi incrível!

O garotinho, com enormes olhos vivos estava começando a nos contar uma história magnífica a respeito da civilização marciana, sobre cidades megalíticas, suas naves espaciais e vôos para diversos planetas, sobre um país maravilhoso chamado Lemúria, cuja vida ele conhecia em detalhes, uma vez que descera lá, vindo de Marte, e lá fizera amigos. As achas de madeira estalando, a névoa noturna envolvendo a área e o imenso céu escuro com miríades de estrelas brilhantes pareciam esconder algum mistério. Sua história durou cerca de hora e meia. Um dos membros foi esperto o bastante para gravar toda a narrativa.

Muitos ficaram assombrados por dois fatores distintos. Primeiro, o garoto possuía um conhecimento excepcionalmente profundo. Seu intelecto era obviamente muito distante do de um menino típico de sete anos de idade. Nem todos os professores seriam capazes de narrar a história inteira da Lemúria e dos Lemurianos com tamanhos detalhes. Não se encontra qualquer referência a esse país nos livros escolares. A ciência moderna ainda não comprovou a existência de outras civilizações. Em segundo lugar, estávamos todos maravilhados com a linguagem adiantada que o garoto utilizava. Estava muito acima da que os meninos de sua idade normalmente usam. Seu conhecimento de terminologias específicas, detalhes e fatos do passado de Marte e da Terra nos fascinaram a todos.

”Por que ele começou a conversação em primeiro lugar?”, disse o meu interlocutor. “Talvez ele tivesse apenas sido tocado pela atmosfera geral do nosso acampamento, com pessoas bem informadas e de mente aberta”, continuou ele. “Poderia ele ter inventado tudo aquilo?”. “Duvido muito”, objetou meu amigo. A mim me parece que o menino estava compartilhando suas lembranças pessoais de vidas passadas. É virtualmente impossível inventar tais histórias, alguém realmente teria de conhecê-las.

Hoje, depois de encontrar os pais de Boris e conhecer melhor o menino, começo a checar cuidadosamente as informações obtidas ao redor da fogueira. Ele nasceu na cidade de Volzhskii, Rússia, num hospital suburbano, embora oficialmente, com base em sua certidão de nascimento, sua cidade natal seja Zhirnovsk, na região de Volgogrado. Seu nascimento ocorreu em 11 de janeiro de 1996 (talvez isso seja útil para os astrólogos). Seus pais parecem ser pessoas maravilhosas. Nadezhda, a mãe de Boriska, é dermatologista numa clínica pública. Ela se formou na faculdade de medicina de Volgogrado em 1991. O pai do garoto é um funcionário aposentado. Ambos ficariam felizes se alguém pudesse lançar alguma luz sobre o mistério em torno de seu filho. Enquanto isso, eles simplesmente o observam e o vêem crescer.

”Depois que Boriska nasceu, notei que em 15 dias ele conseguia manter a cabeça ereta”, relembra Nadezhda. Pronunciou sua primeira palavra, baba (papai) quando tinha 4 meses, e logo depois começou a falar. Com 7 meses, construiu sua primeira frase: "Eu quero um prego". Ele disse essa frase em particular depois de observar um prego enfiado na parede. Notavelmente, suas habilidades intelectuais ultrapassavam suas habilidades físicas. Como essas habilidades se manifestavam? "Quando Boris tinha apenas um ano, comecei a lhe dar cartas (baseada no sistema Nikitin) e - adivinhe! - com um ano e meio ele já conseguia ler jornais. Não demorou muito para que se acostumasse com as cores e seus tons. Ele começou a pintar aos 2 anos. Então, logo após completar essa idade, nós o levamos ao centro de puericultura. Os professores ficaram todos assombrados com seus talentos e sua maneira incomum de pensar. O menino possui memória excepcional e uma inacreditável habilidade de absorver novas informações. Não obstante, seus pais logo notaram que seu filho estava adquirindo informações à sua maneira, de alguma outra fonte.

”Ninguém jamais ensinou isso a ele", relembra Nadya. "Mas, às vezes, ele sentava em posição de lótus e começava a falar. Ele falava sobre Marte, sobre sistemas planetários, civilizações distantes. Não conseguíamos acreditar no que ouvíamos. Como pode uma criança saber tudo isso? Cosmos, histórias intermináveis de outros mundos e da imensidade dos céus, são como mantras diários para ele desde que tinha 2 anos". Foi então que Boriska nos contou sobre sua vida anterior em Marte, sobre o fato de que o planeta era realmente habitado, e que, como resultado de uma destruidora catástrofe, perdera sua atmosfera e por isso seus habitantes tiveram que viver em cidades subterrâneas. Desde então, ele costumava viajar para a Terra com freqüência para comércio e com finalidades de pesquisa. Parecia que Boriska pilotava sua própria nave. Isso aconteceu durante o período das civilizações lemurianas. Ele tinha um amigo lemuriano que morreu bem diante de seus olhos.

Uma catástrofe imensa se abateu sobre a Terra. O continente gigantesco foi consumido por ondas de tempestades. Aí, de repente, uma enorme rocha caiu sobre uma construção onde seu amigo estava, disse Boriska. "Não pude salvá-lo. Estamos destinados a nos encontrar em algum momento desta encarnação”. O menino visualiza o quadro completo da queda da Lemúria como se tivesse acontecido ontem. Ele chora a morte de seu melhor amigo como se fosse culpa sua. Um dia, ele notou um livro na bolsa de sua mãe, intitulado "De Onde Viemos", de Ernst Muldashev. Precisavam ver a alegria e fascinação que essa descoberta provocou no menino. Ficou navegando pelas páginas por horas a fio, olhando para as figuras de lemurianos, fotos do Tibet. Começou então a falar sobre o intelecto elevado dos lemurianos. "Mas a Lemúria deixou de existir no mínimo há 800 mil anos", eu disse em resposta às afirmações dele. "Os lemurianos tinha 9 metros de altura! Isso é verdade? Como você consegue se lembrar de tudo isso"?

"Eu me lembro", respondeu o garoto. Mais tarde, ele começou a recordar outro livro de Muldashev intitulado "Em Busca da Cidade dos Deuses". O livro é dedicado principalmente às antigas tumbas e pirâmides. Boriska sustentou com firmeza que as pessoas encontrarão o conhecimento sob uma das pirâmides (não a de Quéops). Isso ainda não tinha sido descoberto. "A vida mudará depois que a Esfinge for aberta", disse ele, e acrescentou que a grande Esfinge tem um mecanismo de abertura em algum ponto atrás de sua orelha (mas ele não se recorda exatamente onde). O menino também fala com grande paixão e entusiasmo sobre a civilização Maia. De acordo com ele, sabemos muito pouco sobre aquela grande civilização e seu povo. Interessantemente, Boriska acha que agora finalmente chegou o tempo para que os "seres especiais" nasçam na Terra. "O renascimento do planeta se aproxima. Novos conhecimentos virão em grande quantidade, trazendo uma mentalidade diferente para os terráqueos”.

Como você sabe sobre essas crianças superdotadas e porque isso está acontecendo? Você sabe que eles são agora chamados de "crianças índigo"? "Eu sei que elas estão nascendo. Não obstante, eu ainda não encontrei nenhuma em minha cidade. Talvez possa ser uma menina chamada Yulia Petrova. Ela é a única que acredita em mim. Outros simplesmente riem de minhas histórias. Algo vai acontecer na Terra, é por isso que essas crianças são importantes. Elas serão capazes de ajudar as pessoas. Os pólos vão se inverter. A primeira grande catástrofe num dos continentes acontecerá em 2009. A seguinte ocorrerá em 2013, e será ainda mais devastadora".

Você não tem medo de que sua vida possa terminar como resultado de tal catástrofe?. "Não, eu não tenho medo. Eu já vivenciei uma catástrofe em Marte. Ainda existem pessoas como nós lá. Porém, após a guerra nuclear, tudo foi queimado. Algumas dessas pessoas conseguiram sobreviver. Eles construíram abrigos, novos armamentos. Também houve um movimento de continentes lá, embora o continente não fosse tão grande. Os marcianos respiram gás. Se eles chegassem ao nosso planeta, teriam de ficar próximos a canos de descarga e inspirar a fumaça". Você prefere respirar oxigênio?. "Quando se está neste corpo, tem-se que respirar oxigênio. Todavia, os marcianos não gostam deste ar, o ar da Terra, porque causa envelhecimento. Os marcianos são relativamente jovens, em torno de 30-35 anos de idade. A quantidade de bebês marcianos vai crescer anualmente".

Boris, porque nossas sondas espaciais desaparecem ou falham antes de chegar a Marte? "Marte transmite sinais especialmente destinados a destruí-las. Tais missões contêm radiação maléfica." (sondas movidas a plutônio?) "Eu estava impressionado com o conhecimento dele sobre esse tipo de radiação. É absolutamente verdadeiro. Em 1988, um residente de Volzhskii, Yuri Lushnichenko, um homem com poderes extra-sensoriais, tentou alertar as autoridades soviéticas sobre a queda inevitável das primeiras missões soviéticas a Marte, Fobos 1 e Fobos 2.

Ele também mencionou esse tipo de radiação desconhecida e maléfica sobre o planeta. Obviamente, ninguém o levou a sério então. O que você sabe sobre dimensões múltiplas? Você sabe que não se pode voar em trajetórias retas, mas sim manobrando através do espaço multidimensional? Boriska imediatamente se levantou e começou a despejar todos os fatos sobre UFOs. "Nós decolamos e pousamos na Terra a todo momento”! O garoto pegou um giz e começou a desenhar um objeto oval sobre o quadro negro. "Ele consiste de seis camadas", disse. 25% - camada externa, feita de metal durável, 30% - segunda camada feita de algo similar à borracha; a terceira camada compreende 30% - novamente de metal. Os últimos 4% são compostos de uma camada magnética especial. Se carregamos essa camada magnética com energia, essas máquinas serão capazes de voar a qualquer ponto do Universo".

Será que Boriska tem uma missão especial a cumprir? Ele tem consciência disso? Coloquei essas questões a seus pais e a ele próprio. Ele afirma que pode prever - diz sua mãe. Ele diz saber algo a respeito do futuro da Terra. Ele diz que a informação terá o papel mais significativo no futuro. Boris, como você sabe de tudo isso? "Está dentro de mim”. Boris, diga-nos porque as pessoas ficam doentes. "A doença resulta da incapacidade das pessoas de viverem adequadamente e serem felizes. Você deve esperar pela sua metade cósmica. Alguém jamais deveria envolver-se e bagunçar o destino de outros indivíduos. As pessoas não deveriam sofrer por seus erros passados, e sim entrar em contato com aquilo que lhe foi predestinado e tentar alcançar as alturas e conquistar seus sonhos" (essas são as palavras exatas que ele usou).

Vocês têm de ser mais simpáticos e calorosos. Caso alguém o ataque, abrace seu inimigo, peça-lhe perdão e ajoelhe-se diante dele. Se alguém o odeia, ame-o com todo fervor e devoção e peça-lhe desculpas. Essas são as regras do amor e da humildade. Sabem porque os lemurianos pereceram? Eu tenho parte da culpa. Eles não desejavam mais se desenvolver espiritualmente. Eles se afastaram do caminho predestinado e assim destruíram a unidade global planetária. O Caminho da Magia leva a lugar nenhum. O Amor é a verdadeira Magia! Como você sabe disso tudo? "Eu sei. Kailis". O que você disse? "Eu disse olá. Essa é a linguagem do meu planeta”.

Teste elaborado por Einstein. Apenas 2% da população consegue resolver este teste.

Albert Einstein criou um teste de qi(raciocínio lógico) no século passado e afirmou que 98% da população mundial não é capaz de resolvê-lo.


Regras básicas para resolver o teste
  1. Há 5 casas de diferentes cores;
  2. Em cada casa mora uma pessoa de uma diferente nacionalidade;
  3. Esses 5 proprietários bebem diferentes bebidas, fumam diferentes tipos de cigarros e têm um certo animal de estimação;
  4. Nenhum deles têm o mesmo animal, fumam o mesmo cigarro ou bebem a mesma bebida.
====>ACESSE O TESTE AQUI <=====


Como resolver o Teste de Einstein

  1. Comece pelas dicas simples como, por exemplo, "O Norueguês vive na primeira casa".
  2. A partir das dicas óbvias, é possivel ir deduzindo as outras logicamente.
  3. Tenha calma e, se achar necessário, use um lápis e papel para tomar nota.
Pense logicamente e tente fazer parte do privilegiado grupo de 2% que conseguem resolver o teste.

As 11 descobertas recentes mais importantes da astronomia

11. Descoberta: Sol é o objeto natural mais redondo do Universo
Uma pesquisa publicada na revista Science em 2012 mostrou que a variação na forma do Sol é bem menor do que os cientistas supunham. Eles analisaram imagens obtidas pelo Solar Dynamics Observatory da Nasa e concluíram que o Sol é o objeto natural mais redondo conhecido.
A descoberta quebrou uma crença antiga de que a forma do Sol mudava de acordo com os ciclos solares. Isso está ajudando os pesquisadores a entender melhor o comportamento do Sol e a sua dinâmica com os planetas.
10. Descoberta: Mais uma Lua orbitando Plutão
P4, quarta lua de Plutão
O planeta anão agora tem quatro luas conhecidas: Hydra, Nix, Charon e P4. A maior delas é Charon, que foi descoberta em 1978. Somente em 2005, o Telescópio Espacial Hubble descobriu Nix e Hydra. Mas, a mais surpreendente descoberta ocorreu em 2011, quando o telescópio fotografou o que está sendo chamado temporariamente de P4: uma lua com um diâmetro de até 34km.
Foi uma tremenda façanha para o Hubble. Afinal, ele conseguiu capturar uma imagem de algo muito pequeno, em uma distância de cerca de 4,8 bilhões de quilômetros da Terra. Não é pouca coisa. E a descoberta também ajudou a levantar a moral de Plutão, que andava baixa desde que ele foi rebaixado a planeta anão em 2006.
9. Descoberta: Enormes bolhas magnéticas no espaço
As duas sondas espaciais Voyager da Nasa encontraram bolhas magnéticas na região do Sistema Solar conhecida como Heliosheath, que fica a cerca de 14,5 bilhões de quilômetros da Terra.
Nos anos 1950, os cientistas acreditavam que essa região do espaço era relativamente calma. Porém, quando a Voyager 1 e a Voyager 2 entraram na Heliosheath, respectivamente em 2007 e  2008, elas detectaram uma turbulência gerada pelo campo magnético do Sol. Esse campo seria o responsável por criar as bolhas magnéticas de até cerca de 161 milhões de quilômetros de largura.
8. Descoberta: Estrelas também podem ter caudas
Cauda da estrela Mira A
Em 2007, o telescópio espacial GALEX (Galaxy Evolution Explorer) escaneou a Mira A, uma estrela gigante vermelha, como parte de uma operação para escanear todo o céu em luz ultravioleta.
A surpresa veio quando os astronômos identificaram uma cauda como a de um cometa formando um rastro da Mira A. E isso porque a estrela está se movendo pelo Universo em uma velocidade impressionante, cerca de 468.319 km/h. Até então, se pensava que estrelas não podiam ter caudas.
7. Descoberta: Água na Lua
O satélite da Nasa LCROSS (Lunar Crater Observing and Sensing Satellite) foi desenvolvido para se fixar na Lua e colher informações. Para completar a missão, outro satélite menor o acompanhava para medir a constituição química dos materiais colhidos pela sonda maior. Em outubro de 2009, o LCROSS encontrou pequenas moléculas de água em uma cratera fria e permanentemente escura do pólo sul da Lua.
Depois de um ano de análises, a Agência Espacial Americana confirmou que a missão realmente havia encontrado água congelada no chão da cratera. Depois, 3 naves espaciais diferentes enviaram dados que indicam que algumas áreas do solo da Lua são revestidas por uma fina película de água. Não é preciso explicar por que isso é um baita avanço, né?
6. Descoberta: Eris, mais um planeta anão
Em janeiro de 2005, cientistas descobriram Eris, que fica localizado além da órbita de Plutão e tem aproximadamente o mesmo tamanho que esse planeta anão. Também foi descoberto que Eris tem sua própria lua, chamada de Dysnomia. Os dois são os objetos naturais mais distantes conhecidos no Sistema Solar.
A descoberta de Eris lançou o debate entre os cientistas sobre a definição do que realmente podia ser chamado de planeta: inicialmente, ele foi cotado para ser o 10º planeta do Sistema Solar. Mas acabou na lista dos planetas anões, assim como Plutão.
5. Descoberta: Evidências de água em Marte
Evidências de água em Marte
Em 2011, a Agência Espacial Americana divulgou uma sequência de fotos e uma declaração dizendo que tinha evidências de que pode existir água corrente em Marte. Nas fotos era possível ver o que parece ser um líquido escorrendo pela paisagem rochosa do planeta e marcas desse fluxo nas rochas. Os cientistas acreditam que as marcas do fluxo sejam formadas por água salgada, que se aquece durante os meses de verão do planeta apenas o suficiente para derreter e “saltar” pela superfície.
Sinais de que Marte teria água corrente já tinham sido vistos antes, mas essa foi a primeira vez que essas marcas puderam ser observadas durante um curto período de tempo.
4. Descoberta: Uma das luas de Saturno exala vapor de água
Enceladus
Em julho de 2004, a sonda Cassini começou a orbitar Saturno. Por causa das missões anteriores do Voyager, uma das prioridades da missão de Cassini era investigar a 6ª maior lua do planeta, chamada de Enceladus. Depois de diversos voos em 2005, foram descobertos vapor de água e complexos hidrocarbonetos exalando de uma região geologicamente ativa da lua.
A descoberta empolgou tanto os cientistas da Nasa que, em maio de 2011, eles afirmaram que a Enceladus “está emergindo como o local mais habitável além da Terra no Sistema Solar para a vida como conhecemos”.
3. Descoberta: “Fluxo escuro”
Descoberto em 2008, o “fluxo escuro”, como está sendo chamado pelos astrônomos, é mais um mistério do que uma resposta. Pedaços de matéria no universo parecem estar se movendo em altas velocidades e em uma direção uniforme que não pode ser explicada por nenhuma das forças gravitacionais conhecidas.
Alguns cientistas estão dizendo que o “fluxo escuro” pode ser causado por outro universo pressionando o nosso. Já outros nem acreditam na existência do fluxo. O fato é que ainda não dá pra dizer qual a real importância dessa descoberta, mas é bom ficar de olho.
2. Descoberta: Planetas fora do Sistema Solar
Os primeiros planetas localizados fora do Sistema Solar foram descobertos em 1992. Vinte anos depois, em fevereiro de 2012, a missão Kepler da Nasa identificou mais 2.321 candidatos a novos planetas fora de nosso sistema.
Em maio de 2012, a lista desses planetas já acumulava 770 confirmados. Essa conta inclui 614 planetas em sistemas planetários e mais 104 planetas em sistemas planetários múltiplos. E, embora os números sejam baixos, isso só mostra que estamos avançando no conhecimento do Universo.
1. Descoberta: Primeiro planeta em zona habitável
Kepler 22b
Em dezembro de 2011, a Agência Espacial Americana confirmou a descoberta do primeiro planeta localizado na zona habitável de uma estrela parecida com o Sol. O planeta está sendo chamado de Kepler-22b e tem cerca de 2,5 vezes o tamanho do raio da Terra. Cientistas estão incertos quanto à composição do planeta, mas a descoberta foi um passo a mais na busca por um planeta gêmeo da Terra.

Quando o homem chegar a Marte, como ele vai voltar de lá?

Ninguém sabe ao certo. As duas agências espaciais que querem levar seres humanos ao planeta vermelho - a Nasa, dos Estados Unidos, e a ESA, de 17 países europeus - ainda procuram respostas para os problemas do retorno. Um dos principais é a enorme duração da viagem. "Uma missão tripulada a Marte deve levar cerca de mil dias: 350 na ida, duas semanas no planeta e o resto na volta", afirma o engenheiro holandês Dietrich Vennemann, da ESA. O que pode acontecer com os astronautas nesse período é um mistério. Até hoje, o recorde de permanência no espaço é do cosmonauta russo Sergei Krikalev, que ficou "apenas" 748 dias em órbita. Para reduzir o rolé, os cientistas projetam uma velocidade de 43 200 km/h - 35 vezes a velocidade do som e 120 vezes mais rápido que uma bala de fuzil! Essa rapidez pode fazer a nave explodir no atrito com a atmosfera da Terra. "Será preciso construir uma nave com materiais que suportem o superaquecimento", diz o engenheiro americano Steve Wall, da Nasa. A previsão é de que a viagem consuma 120 bilhões de dólares, mais que o dobro do projeto Apollo, que levou o homem à Lua. Vale a pena? Os entusiastas não têm dúvidas. "Os robôs só repetem experiências conhecidas. As descobertas da ciência sempre foram feitas por humanos", diz o holandês Dietrich, da ESA.
Devagar, devagarinhoRetorno à Terra levaria cerca de dois anos
1. Para retornar à Terra, o primeiro problema é arranjar combustível para voltar - por questões de espaço e peso, não dá para acoplar um "supertanque" à nave. Há duas soluções: mandar o combustível a Marte numa viagem anterior ou produzir combustível com recursos do planeta vermelho, usando o gás carbônico da atmosfera numa reação com hidrogênio levado da Terra para criar oxigênio e metanol
2. Com combustível, o módulo espacial que desceu ao solo marciano precisará se acoplar a uma nave que ficará orbitando Marte. O desafio, aqui, é fazer a manobra sem causar danos à nave. O remédio é simples: basta o piloto do módulo ter perícia. Esse é tido como o menor dos problemas. O acoplamento é um procedimento-padrão em viagens espaciais: foi utilizado há quase 40 anos pela missão Apollo, que foi à Lua
3. O terceiro obstáculo é a nave conseguir impulso suficiente para voltar. Como a maior parte da viagem espacial é feita em inércia (com os motores desligados), a velocidade da nave viria da gravidade de Marte - uma volta na órbita do planeta aceleraria a nave. Aí é que mora o problema: como Marte só tem 38% da gravidade da Terra, a velocidade proporcionada seria bem menor. Por isso, o retorno duraria cerca de duas vezes mais que a ida
4. O retorno de Marte levaria cerca de dois anos. Essa temporada prolongada no espaço exige muitos suprimentos, além de gerar níveis de estresse elevados e problemas físicos imprevisíveis. Uma possível saída é caprichar na preparação psicológica e física dos astronautas, além de reaproveitar tudo o que for possível dentro da nave. A água, por exemplo, pode ser reciclada: no limite, até o xixi pode ser purificado e virar água potável
5. Na chegada à Terra, um novo desafio: a reentrada. Como a nave vai estar a cerca de 43 mil km/h, a possibilidade de ela se incendiar no atrito com os gases da atmosfera é enorme. A solução é criar ligas metálicas melhores, capazes de resistir a temperaturas mais altas. É um desafio e tanto: com os materiais disponíveis hoje, a Agência Européia (ESA) só garante uma reentrada segura a no máximo 27 mil km/h
6. Vencida a reentrada, falta ainda o pouso na Terra. A idéia é que o módulo se desprenda da nave e caia em algum ponto do oceano, como fizeram os astronautas que foram à Lua. A Nasa costuma estipular de três a quatro locais de pouso diferentes. A nave, depois que o módulo se desprender, continua orbitando a Terra e vira uma espécie de lixo espacial

Como é um traje espacial?

Ele funciona como uma nave pessoal quando o astronauta está fora da estação ou do ônibus espacial.
A função da roupa é emular as condições que permitem a vida humana, fornecendo oxigênio e regulando a pressão para que os líquidos do corpo não evaporem.
Além disso, camadas térmicas protegem o corpo do frio e do calor, além de bloquear a radiação solar.
Os trajes começaram a ser usados nos anos 60, nas primeiras viagens espaciais, pelos programas Vostok (da União Soviética) e Mercury (dos EUA).
Mesmo após décadas de evolução, os trajes devem passar por adaptações para cumprir as exigências de futuras explorações na Lua e em Marte.
Alta-costura espacial
Quatorze camadas – que juntas não chegam a meio centímetro de espessura – protegem o astronauta das condições extremas do espaço:
Náilon e elastano: três camadas envolvem os canos e dispersam o calor gerado durante as atividades
Borracha e poliéster: duas camadas prendem o oxigênio dentro do traje e mantêm a pressão regulada
Ripstop: forro resistente a rasgos protege os outros tecidos e o corpo do astronauta
Filme de poliéster: sete camadas isolantes regulam a temperatura interna ORTHOFABRIC Mix de tecidos à prova de água, de fogo e até de balas – para conter o impacto de partículas espaciais
Com que roupa eu vou? - É assim que os astronautas realizam tarefas de reparo e manutenção “ao ar livre”:
Luz, câmera, ação!
O visor tem três camadas: uma para situações de pouca luminosidade, outra, escura e reflexiva, para ambientes claros, e uma a terceira viseira, fosca, para bloquear a radiação em caso de tempestade solar. Câmeras e luzes são acoplados no capacete e o contato com a tripulação é feito por um microfone.
Hora do aperto
Um lacre de metal conecta as partes superior e inferior. Abaixo da cintura, anéis e amarras prendem o traje à nave. Nas pernas, faixas coloridas ajudam a tripulação a identificar quem está lá fora. Como as atividades duram horas, sem intervalo, os astronautas vestem fraldões de alta absorção.
(Quase) sob medida
Torso, mãos e pernas são modulares e de várias tamanhos para o astronauta escolher e montar o traje que mais se ajuste a suas medidas. Em casos extremos, os anéis de metal que conectam as peças podem expandir o tecido. As luvas têm aquecedores sobre as unhas para evitar o congelamento dos dedos.
Controle no peito
Sobre o torso rígido, de fibra de vidro, ficam os comandos que regulam os níveis de oxigênio, o volume dos comunicadores e a temperatura interna. Como o astronauta não consegue ver o próprio peito, ele olha o reflexo em um espelho no braço. Por isso, tudo está inscrito ao contrário.
Mochileiro das galáxias
A mochila carrega itens essenciais à sobrevivência no espaço, como tanques de oxigênio – além de uma reserva emergencial, que dura 30 minutos –, bateria e um sistema para refrigerar a água que mantém a temperatura do corpo do astronauta. É capaz de sustentar uma pessoa por sete horas fora da nave
Perdido no espaço
O SAFER ajuda o astronauta a voltar para a nave caso ele se desprenda. Por meio de um controle, ele comanda pequenos foguetes de propulsão alimentados com nitrogênio. O combustível e o impulso duram poucos segundos, por isso, a chance de agarrar a nave não pode ser perdida.
Geladeira portátil
Por baixo de tudo, fica um macacão com 91,5 m de pequenos tubos, alimentados com a água refrigerada na mochila. Eles mantêm o corpo gelado – suar pode embaçar o capacete ou causar desidratação – e são envolvidos por tecidos flexíveis, que formam as primeiras das 14 camadas do traje.

É verdade que o Sol vai morrer?

É, sim - e , sem ele, a vida na Terra não tem chance de sobrevivência. Mesmo que a humanidade conseguisse inventar um Sol artificial, o verdadeiro provavelmente engoliria nosso planeta em seu processo de extinção. A data da tragédia já está marcada, porque é possível deduzir, mais ou menos, quando o combustível do Sol irá acabar: por volta do ano 7 500 000 000. Hoje, a estrela gera energia queimando 282 bilhões de toneladas de hidrogênio do seu núcleo por minuto. Mas, daqui a 7,5 bilhões de anos, o hidrogênio vai rarear e o Sol, para tentar uma sobrevida, terá de começar a queimar hidrogênio de fora do núcleo - além de consumir suas próprias cinzas, ou melhor, o que resta de sua combustão: os átomos de hélio. Assim, a pressão de dentro para fora será tão grande que obrigará a estrela a se expandir. Essa gigantesca bola incandescente crescerá até ocupar as órbitas de Mercúrio e de Vênus - e a da Terra também deverá entrar na roda.
Mesmo que isso não aconteça, a essa altura as temperaturas absurdamente altas já terão acabado com todas as formas de vida imagináveis. "A própria atmosfera se desprenderá", diz o astrônomo Roberto Dias da Costa, da Universidade de São Paulo (USP). Está cientificamente comprovado que essa caminhada do Sol para a morte já começou. A cada bilhão de anos, ele fica 10% mais quente. Só isso bastaria para fazer boa parte dos oceanos evaporar. Em 3 ou 4 bilhões de anos, as nuvens ficariam tão pesadas que armariam um efeito-estufa parecido com o de Vênus, onde o calor mal consegue escapar, deixando o planeta tórrido. Nesse momento, toda a água líquida já teria fervido - e a temperatura terrestre, de centenas de graus Celsius, seria suficiente para derreter chumbo, torrando todos os habitantes. Como se não bastasse, o Sol passaria a crescer loucamente.
Por isso, em poucos milhões de anos, a própria estrela não agüentará mais seu próprio tamanho e acabará se contraindo violentamente, até virar uma estrelinha do tipo anã branca, que não é maior que a Terra. Mesmo que não acabe cremado, nosso planeta nunca voltará a ser azul.
Destruição anunciadaExpansão do Sol engolirá planetas
1 - Paraíso
Com temperaturas amenas, que hoje raramente passam de 40 °C, a Terra pode contar com água líquida. Sem ela, nenhuma forma de vida conhecida teria sido possível. Mas essa situação não vai durar para sempre...
2 - Purgatório
Nos próximos 2 bilhões de anos, o aumento do brilho solar fará a temperatura média ficar, no mínimo, dezenas de graus Celsius mais alta. O gelo dos pólos derreterá e, em seguida, será a vez de o próprio oceano começar a evaporar
3 - Inferno
Em 3 ou 4 bilhões de anos, com o Sol três vezes maior do que hoje, os oceanos terão certamente entrado em fervura. O efeito estufa fará a temperatura chegar a centenas de graus Celsius. Sem água líquida, a vida acabará de vez
4 - Apocalipse
Com tudo isso, daqui a algo entre 5 bilhões e 7,5 bilhões de anos o Sol se transformará em uma estrela de dimensões absurdamente maiores, do tipo das chamadas gigantes vermelhas. Um calor mortal varrerá a atmosfera. A Terra se tornará equivalente a um mero asteróide - e provavelmente acabará engolida pela estrela que lhe deu vida
Hoje, o diâmetro do Sol é de 1 390 000 quilômetros. Na transformação que levará à extinção da estrela, essa medida poderá ultrapassar 300 milhões de quilômetros, absorvendo Mercúrio, Vênus e a Terra. Precisaríamos de uma página com 2 metros de largura para mostrar essa expansão na escala certa
Mercúrio 58 milhões de quilômetros
Vênus 108 milhões de quilômetros
Terra 150 milhões de quilômetros

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