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O asteroide 2012 TC4 foi descoberto pelo Observatório Pan-STARRS, no Havaí, em outubro de 2012. Na época, os astrônomos estimaram seu tamanho entre 12 e 40 metros, e ele passou a 94.800 quilômetros da Terra. Agora, os pesquisadores calculam que em 12 de outubro de 2017 a órbita deste asteroide o faria passar muito próximo da Terra, e não é descartado um possível impacto. Dependendo de onde aconteça, poderá ter consequências mais devastadoras que as do meteorito que caiu sobre Chelyabinsk em 2013, uma vez que o 2012 TC4 tem o dobro do tamanho do último.
Judit Györgyey-Ries, astrônoma do Observatório McDonald da Universidade do Texas, acredita que mais estudos terão que ser realizados para assegurar que o asteroide não colidirá contra a Terra. Atualmente, existem 1.572 asteroides registrados como potencialmente perigosos, embora nenhum esteja em curso certeiro de colisão contra nosso planeta.
Fonte: Fatos Cientificos
Fonte: Fatos Cientificos
Asteroide poderá se chocar contra a Terra em 2017!
Unknown
16:05
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16:05
Com essa nova descoberta, começaram vários questionamentos em torno das condições de vida no exoplaneta. Segundo Jon Jenkins, um dos responsáveis pela nave Kepler, que encontrou o Kepler-452b, viver por lá poderia ser meio difícil no começo
"A ALTA GRAVIDADE PODERIA TRAZER MUDANÇAS PARA OS CORPOS DOS COLONIZADORES DO EXOPLANETA. “SE NÓS ESTIVÉSSEMOS LÁ, FICARÍAMOS MAIS FORTES”, COMPLETA O ASTRONAUTA JOHN GRUNSFELD. “NOSSOS OSSOS FICARIAM MAIS FORTES. SERIA COMO MALHAR TODOS OS DIAS.”
Por orbitar uma estrela parecida com o Sol - e que fica mais ou menos à mesma distância que ele em relação a Terra -, a experiência poderia ser parecida com a que temos por aqui. “A sensação seria muito parecida com a que sentimos na Terra. Além disso, as plantas terrestres poderiam fazer fotossíntese nem problema algum”, afirma Jenkins.
Como seria viver no Kepler-452b, “o primo” da Terra?
Unknown
05:17
Unknown
05:17
Convenhamos que nós, seres humanos, podemos enxergar aquilo que ‘queremos ver’, mesmo dentro de um vasto mundo de hipóteses, photoshop, softwares de edição e coisas do tipo. Ou então podemos estar todos permeados pelo hábito chamado de pareidolia, que é o mesmo que nos acomete quando olhamos alguma nuvem no céu e atribuímos a ela a forma de algum animal que achamos similar a ela. O certo é que de duas uma:
“Ou estamos ficando todos intrigados, ou a NASA, gigante espacial norte-americana, vem escondendo muita, muita coisa mesmo de nós, ‘meros mortais’.”
Espero que não estejam achando que é ‘caô‘ nosso, nem que seja mais uma pauta sensacionalista. Esperamos que vocês mesmos analisem essas imagens registradas da superfície do “Planeta Vermelho”, que vão te fazer ligar uma válvula no cérebro relacionada ao questionamento. A gente tem certeza que você vai se perguntar: “Será que é verdade?”
Veja por si só e tire suas conclusões a respeito dessas imagens que estão intrigando o mundo inteiro:
1. Esse rosto esculpido em uma rocha
2. Vulto Montanhoso
3. O possível osso de um animal
4. O que parece ser um chapéu
5. Dedo
6. O rosto de Cydonia (região de Marte)
7. Imagem auto-explicativa
8. Intrigante!
9. “Pedrossauro”
10. Pirâmide marciana
11. Formatos: Parece um semáforo
12. Vixe!
13. Algo parecido com material metálico
14. Lagarto?
14 imagens intrigantes da superfície de Marte
Unknown
13:06
11. Descoberta: Sol é o objeto natural mais redondo do Universo
Uma pesquisa publicada na revista Science em 2012 mostrou que a variação na forma do Sol é bem menor do que os cientistas supunham. Eles analisaram imagens obtidas pelo Solar Dynamics Observatory da Nasa e concluíram que o Sol é o objeto natural mais redondo conhecido.
A descoberta quebrou uma crença antiga de que a forma do Sol mudava de acordo com os ciclos solares. Isso está ajudando os pesquisadores a entender melhor o comportamento do Sol e a sua dinâmica com os planetas.
10. Descoberta: Mais uma Lua orbitando Plutão
O planeta anão agora tem quatro luas conhecidas: Hydra, Nix, Charon e P4. A maior delas é Charon, que foi descoberta em 1978. Somente em 2005, o Telescópio Espacial Hubble descobriu Nix e Hydra. Mas, a mais surpreendente descoberta ocorreu em 2011, quando o telescópio fotografou o que está sendo chamado temporariamente de P4: uma lua com um diâmetro de até 34km.
Foi uma tremenda façanha para o Hubble. Afinal, ele conseguiu capturar uma imagem de algo muito pequeno, em uma distância de cerca de 4,8 bilhões de quilômetros da Terra. Não é pouca coisa. E a descoberta também ajudou a levantar a moral de Plutão, que andava baixa desde que ele foi rebaixado a planeta anão em 2006.
9. Descoberta: Enormes bolhas magnéticas no espaço
As duas sondas espaciais Voyager da Nasa encontraram bolhas magnéticas na região do Sistema Solar conhecida como Heliosheath, que fica a cerca de 14,5 bilhões de quilômetros da Terra.
Nos anos 1950, os cientistas acreditavam que essa região do espaço era relativamente calma. Porém, quando a Voyager 1 e a Voyager 2 entraram na Heliosheath, respectivamente em 2007 e 2008, elas detectaram uma turbulência gerada pelo campo magnético do Sol. Esse campo seria o responsável por criar as bolhas magnéticas de até cerca de 161 milhões de quilômetros de largura.
8. Descoberta: Estrelas também podem ter caudas
Em 2007, o telescópio espacial GALEX (Galaxy Evolution Explorer) escaneou a Mira A, uma estrela gigante vermelha, como parte de uma operação para escanear todo o céu em luz ultravioleta.
A surpresa veio quando os astronômos identificaram uma cauda como a de um cometa formando um rastro da Mira A. E isso porque a estrela está se movendo pelo Universo em uma velocidade impressionante, cerca de 468.319 km/h. Até então, se pensava que estrelas não podiam ter caudas.
7. Descoberta: Água na Lua
O satélite da Nasa LCROSS (Lunar Crater Observing and Sensing Satellite) foi desenvolvido para se fixar na Lua e colher informações. Para completar a missão, outro satélite menor o acompanhava para medir a constituição química dos materiais colhidos pela sonda maior. Em outubro de 2009, o LCROSS encontrou pequenas moléculas de água em uma cratera fria e permanentemente escura do pólo sul da Lua.
Depois de um ano de análises, a Agência Espacial Americana confirmou que a missão realmente havia encontrado água congelada no chão da cratera. Depois, 3 naves espaciais diferentes enviaram dados que indicam que algumas áreas do solo da Lua são revestidas por uma fina película de água. Não é preciso explicar por que isso é um baita avanço, né?
6. Descoberta: Eris, mais um planeta anão
Em janeiro de 2005, cientistas descobriram Eris, que fica localizado além da órbita de Plutão e tem aproximadamente o mesmo tamanho que esse planeta anão. Também foi descoberto que Eris tem sua própria lua, chamada de Dysnomia. Os dois são os objetos naturais mais distantes conhecidos no Sistema Solar.
A descoberta de Eris lançou o debate entre os cientistas sobre a definição do que realmente podia ser chamado de planeta: inicialmente, ele foi cotado para ser o 10º planeta do Sistema Solar. Mas acabou na lista dos planetas anões, assim como Plutão.
5. Descoberta: Evidências de água em Marte
Em 2011, a Agência Espacial Americana divulgou uma sequência de fotos e uma declaração dizendo que tinha evidências de que pode existir água corrente em Marte. Nas fotos era possível ver o que parece ser um líquido escorrendo pela paisagem rochosa do planeta e marcas desse fluxo nas rochas. Os cientistas acreditam que as marcas do fluxo sejam formadas por água salgada, que se aquece durante os meses de verão do planeta apenas o suficiente para derreter e “saltar” pela superfície.
Sinais de que Marte teria água corrente já tinham sido vistos antes, mas essa foi a primeira vez que essas marcas puderam ser observadas durante um curto período de tempo.
4. Descoberta: Uma das luas de Saturno exala vapor de água
Em julho de 2004, a sonda Cassini começou a orbitar Saturno. Por causa das missões anteriores do Voyager, uma das prioridades da missão de Cassini era investigar a 6ª maior lua do planeta, chamada de Enceladus. Depois de diversos voos em 2005, foram descobertos vapor de água e complexos hidrocarbonetos exalando de uma região geologicamente ativa da lua.
A descoberta empolgou tanto os cientistas da Nasa que, em maio de 2011, eles afirmaram que a Enceladus “está emergindo como o local mais habitável além da Terra no Sistema Solar para a vida como conhecemos”.
3. Descoberta: “Fluxo escuro”
Descoberto em 2008, o “fluxo escuro”, como está sendo chamado pelos astrônomos, é mais um mistério do que uma resposta. Pedaços de matéria no universo parecem estar se movendo em altas velocidades e em uma direção uniforme que não pode ser explicada por nenhuma das forças gravitacionais conhecidas.
Alguns cientistas estão dizendo que o “fluxo escuro” pode ser causado por outro universo pressionando o nosso. Já outros nem acreditam na existência do fluxo. O fato é que ainda não dá pra dizer qual a real importância dessa descoberta, mas é bom ficar de olho.
2. Descoberta: Planetas fora do Sistema Solar
Os primeiros planetas localizados fora do Sistema Solar foram descobertos em 1992. Vinte anos depois, em fevereiro de 2012, a missão Kepler da Nasa identificou mais 2.321 candidatos a novos planetas fora de nosso sistema.
Em maio de 2012, a lista desses planetas já acumulava 770 confirmados. Essa conta inclui 614 planetas em sistemas planetários e mais 104 planetas em sistemas planetários múltiplos. E, embora os números sejam baixos, isso só mostra que estamos avançando no conhecimento do Universo.
1. Descoberta: Primeiro planeta em zona habitável
Em dezembro de 2011, a Agência Espacial Americana confirmou a descoberta do primeiro planeta localizado na zona habitável de uma estrela parecida com o Sol. O planeta está sendo chamado de Kepler-22b e tem cerca de 2,5 vezes o tamanho do raio da Terra. Cientistas estão incertos quanto à composição do planeta, mas a descoberta foi um passo a mais na busca por um planeta gêmeo da Terra.
As 11 descobertas recentes mais importantes da astronomia
Unknown
05:52
Ninguém sabe ao certo. As duas agências espaciais que querem levar seres humanos ao planeta vermelho - a Nasa, dos Estados Unidos, e a ESA, de 17 países europeus - ainda procuram respostas para os problemas do retorno. Um dos principais é a enorme duração da viagem. "Uma missão tripulada a Marte deve levar cerca de mil dias: 350 na ida, duas semanas no planeta e o resto na volta", afirma o engenheiro holandês Dietrich Vennemann, da ESA. O que pode acontecer com os astronautas nesse período é um mistério. Até hoje, o recorde de permanência no espaço é do cosmonauta russo Sergei Krikalev, que ficou "apenas" 748 dias em órbita. Para reduzir o rolé, os cientistas projetam uma velocidade de 43 200 km/h - 35 vezes a velocidade do som e 120 vezes mais rápido que uma bala de fuzil! Essa rapidez pode fazer a nave explodir no atrito com a atmosfera da Terra. "Será preciso construir uma nave com materiais que suportem o superaquecimento", diz o engenheiro americano Steve Wall, da Nasa. A previsão é de que a viagem consuma 120 bilhões de dólares, mais que o dobro do projeto Apollo, que levou o homem à Lua. Vale a pena? Os entusiastas não têm dúvidas. "Os robôs só repetem experiências conhecidas. As descobertas da ciência sempre foram feitas por humanos", diz o holandês Dietrich, da ESA.
Devagar, devagarinhoRetorno à Terra levaria cerca de dois anos
1. Para retornar à Terra, o primeiro problema é arranjar combustível para voltar - por questões de espaço e peso, não dá para acoplar um "supertanque" à nave. Há duas soluções: mandar o combustível a Marte numa viagem anterior ou produzir combustível com recursos do planeta vermelho, usando o gás carbônico da atmosfera numa reação com hidrogênio levado da Terra para criar oxigênio e metanol
2. Com combustível, o módulo espacial que desceu ao solo marciano precisará se acoplar a uma nave que ficará orbitando Marte. O desafio, aqui, é fazer a manobra sem causar danos à nave. O remédio é simples: basta o piloto do módulo ter perícia. Esse é tido como o menor dos problemas. O acoplamento é um procedimento-padrão em viagens espaciais: foi utilizado há quase 40 anos pela missão Apollo, que foi à Lua
3. O terceiro obstáculo é a nave conseguir impulso suficiente para voltar. Como a maior parte da viagem espacial é feita em inércia (com os motores desligados), a velocidade da nave viria da gravidade de Marte - uma volta na órbita do planeta aceleraria a nave. Aí é que mora o problema: como Marte só tem 38% da gravidade da Terra, a velocidade proporcionada seria bem menor. Por isso, o retorno duraria cerca de duas vezes mais que a ida
4. O retorno de Marte levaria cerca de dois anos. Essa temporada prolongada no espaço exige muitos suprimentos, além de gerar níveis de estresse elevados e problemas físicos imprevisíveis. Uma possível saída é caprichar na preparação psicológica e física dos astronautas, além de reaproveitar tudo o que for possível dentro da nave. A água, por exemplo, pode ser reciclada: no limite, até o xixi pode ser purificado e virar água potável
5. Na chegada à Terra, um novo desafio: a reentrada. Como a nave vai estar a cerca de 43 mil km/h, a possibilidade de ela se incendiar no atrito com os gases da atmosfera é enorme. A solução é criar ligas metálicas melhores, capazes de resistir a temperaturas mais altas. É um desafio e tanto: com os materiais disponíveis hoje, a Agência Européia (ESA) só garante uma reentrada segura a no máximo 27 mil km/h
6. Vencida a reentrada, falta ainda o pouso na Terra. A idéia é que o módulo se desprenda da nave e caia em algum ponto do oceano, como fizeram os astronautas que foram à Lua. A Nasa costuma estipular de três a quatro locais de pouso diferentes. A nave, depois que o módulo se desprender, continua orbitando a Terra e vira uma espécie de lixo espacial
Quando o homem chegar a Marte, como ele vai voltar de lá?
Unknown
08:54
Unknown
08:54
Um estudo feito com 200 mil galáxias, do Observatório Europeu do Sul, mostrou que a energia produzida nessa seção do universo era duas vezes maior há 2 bilhões de anos em comparação aos dias de hoje. A conclusão dos cientistas é que o universo está se apagando.
Isso é algo que já se sabia desde os anos 90, mas essa pesquisa mais ampla, usando vários dos telescópios mais potentes da Terra, fez observações em vários espectros da luz - antes não estudados. É uma sólida confirmação da tese. "O universo deve declinar daqui em diante, entrando lentamente na velhice. O universo basicamente sentou no sofá, puxou uma manta e está prestes a entrar num cochilo eterno", afirma o astrônomo australiano Simon Driver, que participou do estudo.
Mas não é o caso de se desesperar. Esse "cochilo" deve levar muitos bilhões de anos - quantos exatamente, ainda não é consenso, mas possivelmente mais do que os quase 14 que viveu até agora. A descoberta está mais para o primeiro tufo de cabelos brancos do que para primeiro ataque cardíaco.
Muito antes disso, em cerca de um bilhão de anos, o Sol deve estar 10% mais luminoso, fazendo os oceanos evaporarem. Se, de alguma forma sobrevivermos a isso, daqui a 7 bilhões de anos ele deve se tornar uma gigante bola vermelha e engolir tudo até Júpiter. E, é claro, temos ameaças muito mais imediatas, vindas de nós mesmos.
Em todo caso, um bilhão de anos não está mal. Há um bilhão de anos, nem havia vida multicelular na Terra. É como se o médico dissesse: "Eu lamento muito, mas você tem no máximo 10 mil anos de vida".
O nosso universo esta morrendo?
Unknown
18:14
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18:14
Em pleno seculo 21 ainda existem pessoas que acreditam nessas teorias...
Conhecimento é difícil de se acumular, especialmente se considerarmos o curto tempo que existimos em comparação ao grande esquema das coisas. Sendo assim, temos de fato feito grandes progressos para compreender os mistérios que nos rodeiam, mas, como tudo na vida, chegar a este ponto necessitou de muita tentativa e erro. Confira uma lista com teorias sobre a Terra, que, acredite ou não, algumas pessoas ainda acreditam:
10. Lemuria e Atlântida
Não podíamos deixar de falar sobre os “continentes perdidos”, cuja existência as pessoas têm teorizado por anos. Assim como Atlântida, Lemuria teria sido um território gigante localizado nos Oceanos Índico e Pacífico. E por que as pessoas criaram tais teorias sobre terras perdidas? Geralmente, para explicar como espécies semelhantes podiam existir em dois locais tão longe um do outro. No caso de Lemuria, basicamente tudo se resume a um cara chamado Philip Sclater, que ficou perplexo ao se deparar com fósseis de lêmures na ilha de Madagascar e na Índia, mas não na África ou no Oriente Médio. De acordo com Sclater, a única explicação possível era que simplesmente deveria ter existido um território gigante que ligasse as duas nações, cujo nome foi dado em homenagem ao glorioso lêmure. Ao longo dos anos, os cientistas sérios têm praticamente descartado a noção de que Lemuria existiu, mas o mito continua em grande parte graças a escritores que gostam de falar sobre o “oculto” e outras coisas que demonstram o quão confiáveis eles são como fonte de informação.
9. O mundo em uma tartaruga
Não olhe agora, mas, de acordo com alguns, estamos vivendo nas costas de uma tartaruga gigante. Também podemos estar vivendo nas costas de um elefante ou uma serpente, mas vamos ficar com tartarugas, porque a tartaruga cósmica é a crença mais amplamente reconhecida nesta categoria particular. Esse mito foi trazido à atenção do público no século 17, depois de um homem chamado Jasper Danckaerts ouvir tal lenda de várias tribos de nativos americanos. Os nativos norte-americanos, no entanto, não são os únicos que acreditam que o mundo repousa sobre o casco de uma tartaruga gigante, já que a crença também é predominante na cultura chinesa e indiana. A NASA deve estar escondendo as imagens do gigante casco da gente.
8. Teoria da Tensão Tectônica
Ao contrário de outras teorias desta lista, que são destinadas a explicar a própria Terra e eventos que ocorreram ao longo dos milênios, a Teoria da Tensão Tectônica propõe uma explicação para avistamentos de OVNIs, fantasmas, combustão espontânea e basicamente qualquer outra coisa que tenha sido tachada de inexplicável. A ideia é do professor Michael Persinger que, em 1975, sugeriu que cada avistamento de OVNI e fenômeno inexplicável que as pessoas afirmam ter presenciado poderia ser explicado por campos eletromagnéticos que ocorrem quando a crosta da Terra se estica ou deforma perto de falhas sísmicas. Segundo Persinger, estes campos criam alucinações, que são baseadas em imagens de cultura popular.
7. Teoria da Terra Contratante
A Teoria da Terra Contratante, ou resfriamento global geofísico, surgiu antes da ideia das placas tectônicas ser conhecida. Ela diz que a Terra está ficando cada vez menor ao longo do tempo, e que esse encolhimento é o que causa desastres naturais, bem como as maravilhas naturais, como cadeias de montanhas. O pressuposto é de que a Terra é composta por rocha derretida, e conforme seu interior esfria e se contrai, o mesmo acontece com a superfície, levando ao surgimento de montanhas, muitas vezes se transformando em vulcões, quando o planeta precisa vomitar tudo o que não pode manter em sua própria versão de um “estômago”. A teoria foi de fato utilizada em pesquisas reais, nomeadamente por um cara chamado professor Edward Suess, a fim de explicar um terremoto.
6. Teoria da Terra em Expansão
No outro lado da Teoria da Terra Contratante está a Teoria da Terra Expansiva, que é exatamente o que parece. Há quem defenda que a Terra está em constante expansão, assim como o universo que ocupa, mas, felizmente, desde que as pessoas começaram a perceber que as placas tectônicas são uma coisa real, passaram a rejeitar qualquer uma destas duas teorias bizarras. Claro, hesitamos em zombar demais das pessoas que teorizaram que a Terra expandia principalmente porque uma das mentes mais notáveis que analisaram a hipótese foi Charles Darwin. Felizmente, ele rapidamente percebeu que isso não fazia muito sentido e voltou a fazer o que fez de melhor: irritar criacionistas.
5. Teoria da Terra Fixa
Também conhecido como modelo geocêntrico, essa teoria afirma que a Terra está, apesar de todas as evidências do contrário, localizada no centro do universo, e o resto do cosmos gira em torno de nosso planeta. Embora esta teoria tenha sido questionada por Copérnico e Kepler e sido geralmente aceita como “baboseira”, algumas pessoas ainda se recusam a abandonar a ideia de que qualquer coisa a não ser os seres humanos poderiam estar no centro do universo.
A teoria foi mais notavelmente defendida por Ptolomeu, e seu modelo geocêntrico foi usado para cartas astrológicas por 1.500 anos. Apesar de diversos cientistas, incluindo Galileu, afirmarem que na verdade a Terra gira em torno do sol, que está localizado no centro da nossa galáxia, há ainda quem acredite na Teoria da Terra Fixa. Essas são as pessoas que você deve evitar conversar – ou melhor, encontrar.
4. Teoria Cubo do Tempo
Gene Ray é um cara estranho. Isso porque, tão recentemente quanto em 1997, ele decidiu ignorar todas as facetas da ciência e inventar sua própria teoria chamada Cubo do Tempo, que afirma que o que nós pensamos serem as regras da física está completamente errado, e que cada dia é na verdade quatro dias diferentes, acontecendo ao mesmo tempo. Basicamente, o que Ray está sugerindo é que a Terra é composta por quatro pontos equidistantes em “tempo”, porque temos coisas como o meio-dia, meia-noite, o nascer do sol e pôr do sol. É evidente que, de acordo com Ray, a única explicação lógica para isso é que existem quatro dias ocorrendo ao mesmo tempo, e isso não tem nada a ver com a rotação natural da Terra e o fato de que o sol atinge diferentes partes do mundo em momentos diferentes. O pior é que Ray quis apostar com professores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA) 10 mil dólares (cerca de R$ 20 mil) que eles não podiam refutar sua teoria. Ninguém levou o cara a sério, muito provavelmente porque acharam que ele só podia estar brincando.
3. Teoria da Terra Oca
Quando você olha para as estrelas à noite, você pode ter certeza de algumas coisas, como que você está olhando para cima e para o espaço. No entanto, no século 19, surgiu uma teoria infame que continua a prosperar hoje, apesar de ser totalmente insana, que diz que o que você está olhando é na verdade o centro da Terra. Essa teoria foi incitada em grande parte graças a John Symmes, um ex-capitão do Exército dos EUA na Guerra de 1812, que acreditava que a Terra era envolta por uma concha com milhares de quilômetros de espessura, com aberturas em cada polo magnético e várias camadas internas que compunham uma série de esferas concêntricas, em cada uma das quais as pessoas e os animais viviam. A imaginação do povo é incrível.
2. Teoria Cosmológica Celular
Uma extensão da Teoria da Terra Oca popularizada por Cyrus Teed, a Teoria Cosmológica Celular propõe que, ao invés de o universo existir à nossa volta, nós vivemos em um universo de dentro para fora, que ocupa uma “célula oca” de rocha com mais de 12.000 quilômetros de diâmetro. E no centro desta célula oca, dentro de uma rocha gigante, fica o sol, só que neste caso Teed acreditava que o sol era uma bateria eletromagnética. Sim, ele errou por pouco. Teed, um lunático certificado e alquimista que acreditava que tudo no universo era feito da mesma substância, foi informado de que o universo inteiro existia dentro da Terra pela “Maternidade Divina”, ao mesmo tempo em que ficou sabendo que era o novo Messias. Tirem suas próprias conclusões.
1. Teoria da Terra Plana
Mãe de todas as teorias da conspiração, a mais famosa teoria maluca sobre a Terra é também aquela que, neste momento da história, é praticamente universalmente conhecida por ser completamente equívoca e falsa, mas, acredite ou não, existem algumas pessoas que ainda perpetuam a Teoria da Terra Plana Moderna. Essas pessoas compõem a Sociedade da Terra Plana, que surgiu em 1956 e existe até hoje, apesar de todas as evidências científicas do contrário. Em 1980, um membro da Sociedade da Terra Plana chamado Charles Johnson até conseguiu publicar um artigo na revista Science Digest, no qual ele afirmava que a Terra deveria ser plana, pois caso contrário haveria uma curvatura nos corpos de água, como no Lago Tahoe, e não havia provas de que a água era outra coisa senão plana. Grande coisa uma fotografia da Terra a partir do espaço mostrando que ela é esférica, não é mesmo? Uma superfície plana em um lago é prova suficiente para nós!
10 bizarras teorias sobre a Terra que as pessoas ainda acreditam!
Unknown
16:06
O sonho de descobrir uma verdadeira "Terra fora do Sistema Solar" é um desejo de longa data. A primeira descoberta de um exoplaneta ocorreu em 1995, e desde então, já descobrimos cerca de 2.000 planetas orbitando estrelas distantes, algo que há alguns séculos nem sequer imaginávamos. E com tantas descobertas acontecendo, o nosso grande sonho de encontrar um planeta gêmeo idêntico da Terra pode não estar tão longe...
Para que um planeta seja considerado potencialmente favorável à vida (da forma que conhecemos), ele deve ser rochoso e orbitar sua estrela na chamada "zona habitável", ou seja, nem tão perto e nem tão longe, em uma região onde a água líquida possa existir.
Mas apesar da Terra 2.0 ainda não ter sido descoberta, já existem alguns planetas que se parecem bastante com o nosso, e que segundo a NASA, são os mundos que chegam mais próximo do nosso.
Gliese 667 Cc
Este exoplaneta, que fica a apenas 22 anos-luz da Terra, tem pelo menos 4,5 vezes a massa da Terra, mas os pesquisadores ainda não têm certeza se ele é ou não rochoso. Gliese 667 Cc completa uma órbita em torno de sua estrela-mãe em apenas 28 dias, mas essa estrela é uma anã vermelha consideravelmente mais fria do que o Sol, por isso os astrônomos acreditam que ele esteja na zona habitável. O sistema da estrela é um sistema triplo. Ele foi detectado com o telescópio de 3,6 metros do Observatório Europeu do Sul (ESO), no Chile.
Kepler-22b
Kepler-22b encontra-se a 600 anos-luz de distância. Foi o primeiro planeta encontrado na zona habitável pelo Observatório Kepler. Ele tem cerca de 2,4 vezes o tamanho da Terra, e ainda não ficou claro de ele é rochoso ou gasoso. Sua órbita dura cerca de 290 dias.
Kepler-69c
Kepler-69c está a cerca de 2.700 anos-luz de distância, e é cerca de 70% maior do que o nosso planeta, e mais uma vez, os pesquisadores não têm certeza de sua composição. O planeta completa uma órbita a cada 242 dias, tornando a sua posição dentro de seu sistema comparável à de Vênus. No entanto, a estrela hospedeira de Kepler-69c tem cerca de 80% do brilho do nosso Sol, de modo que o planeta parece estar na zona habitável.
Kepler-62f
Este planeta é cerca de 40% maior que a Terra e orbita uma estrela muito mais fria do que a nossa. Sua órbita de 267 dias coloca Kepler-62f exatamente dentro da zona habitável. O sistema Kepler-62 fica a cerca de 1.200 anos-luz de distância.
Kepler-186f
Este planeta é no máximo 10% maior do que a Terra, e pode residir na zona habitável de sua estrela, embora nos limites exteriores receba apenas 1/3 da energia que a Terra recebe do Sol. A estrela-mãe de Kepler-186F é uma anã vermelha, o que faz com que ele não seja um gêmeo da Terra. O exoplaneta Kepler-186f fica a cerca de 500 anos-luz de distância.
Kepler-452b
Este mundo, cuja descoberta foi anunciada recentemente, é o planeta mais parecido com a Terra encontrado até agora, segundo astrônomos e especialistas da NASA. Sua estrela-mãe é muito semelhante ao nosso Sol, e o planeta também a orbita na zona habitável. O exoplaneta Kepler-452b tem cerca de 1,6 o tamanho da Terra, e as evidências apontam para um planeta rochoso. Kepler-452b encontra-se a 1.400 anos-luz da Terra.
Para que um planeta seja considerado potencialmente favorável à vida (da forma que conhecemos), ele deve ser rochoso e orbitar sua estrela na chamada "zona habitável", ou seja, nem tão perto e nem tão longe, em uma região onde a água líquida possa existir.
Mas apesar da Terra 2.0 ainda não ter sido descoberta, já existem alguns planetas que se parecem bastante com o nosso, e que segundo a NASA, são os mundos que chegam mais próximo do nosso.
Gliese 667 Cc
Este exoplaneta, que fica a apenas 22 anos-luz da Terra, tem pelo menos 4,5 vezes a massa da Terra, mas os pesquisadores ainda não têm certeza se ele é ou não rochoso. Gliese 667 Cc completa uma órbita em torno de sua estrela-mãe em apenas 28 dias, mas essa estrela é uma anã vermelha consideravelmente mais fria do que o Sol, por isso os astrônomos acreditam que ele esteja na zona habitável. O sistema da estrela é um sistema triplo. Ele foi detectado com o telescópio de 3,6 metros do Observatório Europeu do Sul (ESO), no Chile.
Kepler-22b
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| Ilustração artística de Kepler-22b. Créditos: NASA / Ames / JPL-Caltech Clique na imagem para ampliar |
Kepler-22b encontra-se a 600 anos-luz de distância. Foi o primeiro planeta encontrado na zona habitável pelo Observatório Kepler. Ele tem cerca de 2,4 vezes o tamanho da Terra, e ainda não ficou claro de ele é rochoso ou gasoso. Sua órbita dura cerca de 290 dias.
Kepler-69c
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| Ilustração artística de Kepler-69c. Créditos: NASA / Ames / JPL-Caltech Clique na imagem para ampliar |
Kepler-69c está a cerca de 2.700 anos-luz de distância, e é cerca de 70% maior do que o nosso planeta, e mais uma vez, os pesquisadores não têm certeza de sua composição. O planeta completa uma órbita a cada 242 dias, tornando a sua posição dentro de seu sistema comparável à de Vênus. No entanto, a estrela hospedeira de Kepler-69c tem cerca de 80% do brilho do nosso Sol, de modo que o planeta parece estar na zona habitável.
Kepler-62f
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| Ilustração artística de Kepler-62f. Créditos: NASA / Ames / JPL-Caltech Clique na imagem para ampliar |
Este planeta é cerca de 40% maior que a Terra e orbita uma estrela muito mais fria do que a nossa. Sua órbita de 267 dias coloca Kepler-62f exatamente dentro da zona habitável. O sistema Kepler-62 fica a cerca de 1.200 anos-luz de distância.
Kepler-186f
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| Ilustração artística de Kepler-186f orbitando sua estrela com outros exoplanetas pertencentes ao mesmo sistema. Créditos: NASA / Ames / SETI / JPL-Caltech / Clique na imagem para ampliar |
Este planeta é no máximo 10% maior do que a Terra, e pode residir na zona habitável de sua estrela, embora nos limites exteriores receba apenas 1/3 da energia que a Terra recebe do Sol. A estrela-mãe de Kepler-186F é uma anã vermelha, o que faz com que ele não seja um gêmeo da Terra. O exoplaneta Kepler-186f fica a cerca de 500 anos-luz de distância.
Kepler-452b
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| Ilustração artística do exoplaneta Kepler-452b. Créditos: NASA / Ames / JPL-Caltech / T. Pyle Clique na imagem para ampliar |
Este mundo, cuja descoberta foi anunciada recentemente, é o planeta mais parecido com a Terra encontrado até agora, segundo astrônomos e especialistas da NASA. Sua estrela-mãe é muito semelhante ao nosso Sol, e o planeta também a orbita na zona habitável. O exoplaneta Kepler-452b tem cerca de 1,6 o tamanho da Terra, e as evidências apontam para um planeta rochoso. Kepler-452b encontra-se a 1.400 anos-luz da Terra.
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