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19 imagens que vão fazer você se sentir uma formiguinha na imensidão do UNIVERSO!

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Quando comparados com outros corpos celestes, vemos que nosso planeta, sol e lua são meros grãos de areia quando comparados à grandeza do universo. Por muito tempo pensamos que estivéssemos no centro do universo. Tudo girava à nossa volta como se fosse para não escapar ao nosso controle.
As estrelas eram diamante presos em um globo preso à Terra por linhas invisíveis, e o Sol era nosso escravo fornecedor de luz e calor. Foi muito difícil pra nós aceitarmos que a Terra é apenas mais um planeta girando em torno de uma estrela.
Ainda hoje não é fácil compreender que somos companheiros de Sol numa galáxia com mais de cem bilhões de estrelas, e, ainda, que a Via Láctea é apenas mais uma das dezenas de milhares de galáxias que já foram observadas e devidamente catalogadas.
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Dizer, por exemplo, que a luz atravessa o maior diâmetro da nossa galáxia em cerca de 100.000 anos, pode representar algo muito difícil de entender, mas é nessa ordem de grandeza de tempo e distância que surgiu e se desenvolveu a espécie da qual fazemos parte: o Homo Sapiens. Nós começamos a encontrar respostas engatinhando, caminhando sobre o planeta, marcando no chão as primeiras unidades de medida.
A seguir estão 26 imagens que nos fazem refletir sobre nossa existência no universo e o quanto nós somos pequenos em meio a essa imensidão:
1. Essa é a Terra! É aqui que nós vivemos.
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2. Esse é o nosso Sistema Solar
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3. Essa é a distância entre a Terra e a Lua. Não parece tão longe, parece?
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4. Só que não. Dentro da distância entre a Terra e a Lua dá pra colocar todos os planetas do nosso sistema enfileirados. 
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5. Aqui é a representação do tamanho da América do Norte em Júpiter!
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6. Aqui nós temos o tamanho de 6 Terras comparado com nosso big brother Saturno
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7. Essa é a imagem de um “pequeno” cometa comparada com a cidade de Los Angeles
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8. Aqui somos nós vistos da Lua
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9. Visto de Marte, nosso planeta mais parece um grão de areia 
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10. Visto dos anéis de Saturno então, somos só um pontinho brilhante!

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11. Em Netuno, há mais de 4 bilhões de quilômetros da Terra nem é possível ver nosso planeta
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12. Aqui é o tamanho da Terra comparado com o Sol. Assustador, não é?
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13. Isso não é nada. Existem estrelas muito maiores que o nosso pequenino Sol. Olhe o quão insignificante nossa estrela parece ser nessa representação
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14. Dê outra olhada. A maior estrela conhecida, a VY Canis Majoris, é 1.000.000.000 de vezes maior que o sol
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15. Mas nada disso se compara com a nossa galáxia. De fato, nosso sol seria comparado ao tamanho de uma célula sanguínea diante da imensidão da Via Láctea.
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17. Isso é tudo que você vê da Via Láctea quando olha para o céu durante a noite
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18. Mas até nossa galáxia é pequena em comparação a outras. Aqui é uma comparação da Via Láctea com a galáxia IC 1011, que está há 350 milhões de anos luz longe da Terra18
19. Vamos pensar grande. Só nessa foto do telescópio Hubble existem milhares de galáxias com suas respectivas estrelas e planetas.
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Garoto russo diz que veio de Marte. Conheça essa história e de sua opinião.

Algumas crianças nascem com talentos fascinantes, habilidades incomuns. A história de um garoto incomum chamado Boriska me foi contada por membros de uma expedição a uma região anômala ao norte de Volgogrado, comumente chamada de Medvedetskaya gryada. "Você consegue imaginar, enquanto todos estavam sentados em torno de uma fogueira, à noite, um menino de aproximadamente sete anos de repente chamou a atenção de todo mundo. Muito excitado, ele queria falar a todos a respeito da vida em Marte, sobre seus habitantes e suas viagens à Terra", conta uma das testemunhas. Fez-se silêncio. Foi incrível!

O garotinho, com enormes olhos vivos estava começando a nos contar uma história magnífica a respeito da civilização marciana, sobre cidades megalíticas, suas naves espaciais e vôos para diversos planetas, sobre um país maravilhoso chamado Lemúria, cuja vida ele conhecia em detalhes, uma vez que descera lá, vindo de Marte, e lá fizera amigos. As achas de madeira estalando, a névoa noturna envolvendo a área e o imenso céu escuro com miríades de estrelas brilhantes pareciam esconder algum mistério. Sua história durou cerca de hora e meia. Um dos membros foi esperto o bastante para gravar toda a narrativa.

Muitos ficaram assombrados por dois fatores distintos. Primeiro, o garoto possuía um conhecimento excepcionalmente profundo. Seu intelecto era obviamente muito distante do de um menino típico de sete anos de idade. Nem todos os professores seriam capazes de narrar a história inteira da Lemúria e dos Lemurianos com tamanhos detalhes. Não se encontra qualquer referência a esse país nos livros escolares. A ciência moderna ainda não comprovou a existência de outras civilizações. Em segundo lugar, estávamos todos maravilhados com a linguagem adiantada que o garoto utilizava. Estava muito acima da que os meninos de sua idade normalmente usam. Seu conhecimento de terminologias específicas, detalhes e fatos do passado de Marte e da Terra nos fascinaram a todos.

”Por que ele começou a conversação em primeiro lugar?”, disse o meu interlocutor. “Talvez ele tivesse apenas sido tocado pela atmosfera geral do nosso acampamento, com pessoas bem informadas e de mente aberta”, continuou ele. “Poderia ele ter inventado tudo aquilo?”. “Duvido muito”, objetou meu amigo. A mim me parece que o menino estava compartilhando suas lembranças pessoais de vidas passadas. É virtualmente impossível inventar tais histórias, alguém realmente teria de conhecê-las.

Hoje, depois de encontrar os pais de Boris e conhecer melhor o menino, começo a checar cuidadosamente as informações obtidas ao redor da fogueira. Ele nasceu na cidade de Volzhskii, Rússia, num hospital suburbano, embora oficialmente, com base em sua certidão de nascimento, sua cidade natal seja Zhirnovsk, na região de Volgogrado. Seu nascimento ocorreu em 11 de janeiro de 1996 (talvez isso seja útil para os astrólogos). Seus pais parecem ser pessoas maravilhosas. Nadezhda, a mãe de Boriska, é dermatologista numa clínica pública. Ela se formou na faculdade de medicina de Volgogrado em 1991. O pai do garoto é um funcionário aposentado. Ambos ficariam felizes se alguém pudesse lançar alguma luz sobre o mistério em torno de seu filho. Enquanto isso, eles simplesmente o observam e o vêem crescer.

”Depois que Boriska nasceu, notei que em 15 dias ele conseguia manter a cabeça ereta”, relembra Nadezhda. Pronunciou sua primeira palavra, baba (papai) quando tinha 4 meses, e logo depois começou a falar. Com 7 meses, construiu sua primeira frase: "Eu quero um prego". Ele disse essa frase em particular depois de observar um prego enfiado na parede. Notavelmente, suas habilidades intelectuais ultrapassavam suas habilidades físicas. Como essas habilidades se manifestavam? "Quando Boris tinha apenas um ano, comecei a lhe dar cartas (baseada no sistema Nikitin) e - adivinhe! - com um ano e meio ele já conseguia ler jornais. Não demorou muito para que se acostumasse com as cores e seus tons. Ele começou a pintar aos 2 anos. Então, logo após completar essa idade, nós o levamos ao centro de puericultura. Os professores ficaram todos assombrados com seus talentos e sua maneira incomum de pensar. O menino possui memória excepcional e uma inacreditável habilidade de absorver novas informações. Não obstante, seus pais logo notaram que seu filho estava adquirindo informações à sua maneira, de alguma outra fonte.

”Ninguém jamais ensinou isso a ele", relembra Nadya. "Mas, às vezes, ele sentava em posição de lótus e começava a falar. Ele falava sobre Marte, sobre sistemas planetários, civilizações distantes. Não conseguíamos acreditar no que ouvíamos. Como pode uma criança saber tudo isso? Cosmos, histórias intermináveis de outros mundos e da imensidade dos céus, são como mantras diários para ele desde que tinha 2 anos". Foi então que Boriska nos contou sobre sua vida anterior em Marte, sobre o fato de que o planeta era realmente habitado, e que, como resultado de uma destruidora catástrofe, perdera sua atmosfera e por isso seus habitantes tiveram que viver em cidades subterrâneas. Desde então, ele costumava viajar para a Terra com freqüência para comércio e com finalidades de pesquisa. Parecia que Boriska pilotava sua própria nave. Isso aconteceu durante o período das civilizações lemurianas. Ele tinha um amigo lemuriano que morreu bem diante de seus olhos.

Uma catástrofe imensa se abateu sobre a Terra. O continente gigantesco foi consumido por ondas de tempestades. Aí, de repente, uma enorme rocha caiu sobre uma construção onde seu amigo estava, disse Boriska. "Não pude salvá-lo. Estamos destinados a nos encontrar em algum momento desta encarnação”. O menino visualiza o quadro completo da queda da Lemúria como se tivesse acontecido ontem. Ele chora a morte de seu melhor amigo como se fosse culpa sua. Um dia, ele notou um livro na bolsa de sua mãe, intitulado "De Onde Viemos", de Ernst Muldashev. Precisavam ver a alegria e fascinação que essa descoberta provocou no menino. Ficou navegando pelas páginas por horas a fio, olhando para as figuras de lemurianos, fotos do Tibet. Começou então a falar sobre o intelecto elevado dos lemurianos. "Mas a Lemúria deixou de existir no mínimo há 800 mil anos", eu disse em resposta às afirmações dele. "Os lemurianos tinha 9 metros de altura! Isso é verdade? Como você consegue se lembrar de tudo isso"?

"Eu me lembro", respondeu o garoto. Mais tarde, ele começou a recordar outro livro de Muldashev intitulado "Em Busca da Cidade dos Deuses". O livro é dedicado principalmente às antigas tumbas e pirâmides. Boriska sustentou com firmeza que as pessoas encontrarão o conhecimento sob uma das pirâmides (não a de Quéops). Isso ainda não tinha sido descoberto. "A vida mudará depois que a Esfinge for aberta", disse ele, e acrescentou que a grande Esfinge tem um mecanismo de abertura em algum ponto atrás de sua orelha (mas ele não se recorda exatamente onde). O menino também fala com grande paixão e entusiasmo sobre a civilização Maia. De acordo com ele, sabemos muito pouco sobre aquela grande civilização e seu povo. Interessantemente, Boriska acha que agora finalmente chegou o tempo para que os "seres especiais" nasçam na Terra. "O renascimento do planeta se aproxima. Novos conhecimentos virão em grande quantidade, trazendo uma mentalidade diferente para os terráqueos”.

Como você sabe sobre essas crianças superdotadas e porque isso está acontecendo? Você sabe que eles são agora chamados de "crianças índigo"? "Eu sei que elas estão nascendo. Não obstante, eu ainda não encontrei nenhuma em minha cidade. Talvez possa ser uma menina chamada Yulia Petrova. Ela é a única que acredita em mim. Outros simplesmente riem de minhas histórias. Algo vai acontecer na Terra, é por isso que essas crianças são importantes. Elas serão capazes de ajudar as pessoas. Os pólos vão se inverter. A primeira grande catástrofe num dos continentes acontecerá em 2009. A seguinte ocorrerá em 2013, e será ainda mais devastadora".

Você não tem medo de que sua vida possa terminar como resultado de tal catástrofe?. "Não, eu não tenho medo. Eu já vivenciei uma catástrofe em Marte. Ainda existem pessoas como nós lá. Porém, após a guerra nuclear, tudo foi queimado. Algumas dessas pessoas conseguiram sobreviver. Eles construíram abrigos, novos armamentos. Também houve um movimento de continentes lá, embora o continente não fosse tão grande. Os marcianos respiram gás. Se eles chegassem ao nosso planeta, teriam de ficar próximos a canos de descarga e inspirar a fumaça". Você prefere respirar oxigênio?. "Quando se está neste corpo, tem-se que respirar oxigênio. Todavia, os marcianos não gostam deste ar, o ar da Terra, porque causa envelhecimento. Os marcianos são relativamente jovens, em torno de 30-35 anos de idade. A quantidade de bebês marcianos vai crescer anualmente".

Boris, porque nossas sondas espaciais desaparecem ou falham antes de chegar a Marte? "Marte transmite sinais especialmente destinados a destruí-las. Tais missões contêm radiação maléfica." (sondas movidas a plutônio?) "Eu estava impressionado com o conhecimento dele sobre esse tipo de radiação. É absolutamente verdadeiro. Em 1988, um residente de Volzhskii, Yuri Lushnichenko, um homem com poderes extra-sensoriais, tentou alertar as autoridades soviéticas sobre a queda inevitável das primeiras missões soviéticas a Marte, Fobos 1 e Fobos 2.

Ele também mencionou esse tipo de radiação desconhecida e maléfica sobre o planeta. Obviamente, ninguém o levou a sério então. O que você sabe sobre dimensões múltiplas? Você sabe que não se pode voar em trajetórias retas, mas sim manobrando através do espaço multidimensional? Boriska imediatamente se levantou e começou a despejar todos os fatos sobre UFOs. "Nós decolamos e pousamos na Terra a todo momento”! O garoto pegou um giz e começou a desenhar um objeto oval sobre o quadro negro. "Ele consiste de seis camadas", disse. 25% - camada externa, feita de metal durável, 30% - segunda camada feita de algo similar à borracha; a terceira camada compreende 30% - novamente de metal. Os últimos 4% são compostos de uma camada magnética especial. Se carregamos essa camada magnética com energia, essas máquinas serão capazes de voar a qualquer ponto do Universo".

Será que Boriska tem uma missão especial a cumprir? Ele tem consciência disso? Coloquei essas questões a seus pais e a ele próprio. Ele afirma que pode prever - diz sua mãe. Ele diz saber algo a respeito do futuro da Terra. Ele diz que a informação terá o papel mais significativo no futuro. Boris, como você sabe de tudo isso? "Está dentro de mim”. Boris, diga-nos porque as pessoas ficam doentes. "A doença resulta da incapacidade das pessoas de viverem adequadamente e serem felizes. Você deve esperar pela sua metade cósmica. Alguém jamais deveria envolver-se e bagunçar o destino de outros indivíduos. As pessoas não deveriam sofrer por seus erros passados, e sim entrar em contato com aquilo que lhe foi predestinado e tentar alcançar as alturas e conquistar seus sonhos" (essas são as palavras exatas que ele usou).

Vocês têm de ser mais simpáticos e calorosos. Caso alguém o ataque, abrace seu inimigo, peça-lhe perdão e ajoelhe-se diante dele. Se alguém o odeia, ame-o com todo fervor e devoção e peça-lhe desculpas. Essas são as regras do amor e da humildade. Sabem porque os lemurianos pereceram? Eu tenho parte da culpa. Eles não desejavam mais se desenvolver espiritualmente. Eles se afastaram do caminho predestinado e assim destruíram a unidade global planetária. O Caminho da Magia leva a lugar nenhum. O Amor é a verdadeira Magia! Como você sabe disso tudo? "Eu sei. Kailis". O que você disse? "Eu disse olá. Essa é a linguagem do meu planeta”.

As 11 descobertas recentes mais importantes da astronomia

11. Descoberta: Sol é o objeto natural mais redondo do Universo
Uma pesquisa publicada na revista Science em 2012 mostrou que a variação na forma do Sol é bem menor do que os cientistas supunham. Eles analisaram imagens obtidas pelo Solar Dynamics Observatory da Nasa e concluíram que o Sol é o objeto natural mais redondo conhecido.
A descoberta quebrou uma crença antiga de que a forma do Sol mudava de acordo com os ciclos solares. Isso está ajudando os pesquisadores a entender melhor o comportamento do Sol e a sua dinâmica com os planetas.
10. Descoberta: Mais uma Lua orbitando Plutão
P4, quarta lua de Plutão
O planeta anão agora tem quatro luas conhecidas: Hydra, Nix, Charon e P4. A maior delas é Charon, que foi descoberta em 1978. Somente em 2005, o Telescópio Espacial Hubble descobriu Nix e Hydra. Mas, a mais surpreendente descoberta ocorreu em 2011, quando o telescópio fotografou o que está sendo chamado temporariamente de P4: uma lua com um diâmetro de até 34km.
Foi uma tremenda façanha para o Hubble. Afinal, ele conseguiu capturar uma imagem de algo muito pequeno, em uma distância de cerca de 4,8 bilhões de quilômetros da Terra. Não é pouca coisa. E a descoberta também ajudou a levantar a moral de Plutão, que andava baixa desde que ele foi rebaixado a planeta anão em 2006.
9. Descoberta: Enormes bolhas magnéticas no espaço
As duas sondas espaciais Voyager da Nasa encontraram bolhas magnéticas na região do Sistema Solar conhecida como Heliosheath, que fica a cerca de 14,5 bilhões de quilômetros da Terra.
Nos anos 1950, os cientistas acreditavam que essa região do espaço era relativamente calma. Porém, quando a Voyager 1 e a Voyager 2 entraram na Heliosheath, respectivamente em 2007 e  2008, elas detectaram uma turbulência gerada pelo campo magnético do Sol. Esse campo seria o responsável por criar as bolhas magnéticas de até cerca de 161 milhões de quilômetros de largura.
8. Descoberta: Estrelas também podem ter caudas
Cauda da estrela Mira A
Em 2007, o telescópio espacial GALEX (Galaxy Evolution Explorer) escaneou a Mira A, uma estrela gigante vermelha, como parte de uma operação para escanear todo o céu em luz ultravioleta.
A surpresa veio quando os astronômos identificaram uma cauda como a de um cometa formando um rastro da Mira A. E isso porque a estrela está se movendo pelo Universo em uma velocidade impressionante, cerca de 468.319 km/h. Até então, se pensava que estrelas não podiam ter caudas.
7. Descoberta: Água na Lua
O satélite da Nasa LCROSS (Lunar Crater Observing and Sensing Satellite) foi desenvolvido para se fixar na Lua e colher informações. Para completar a missão, outro satélite menor o acompanhava para medir a constituição química dos materiais colhidos pela sonda maior. Em outubro de 2009, o LCROSS encontrou pequenas moléculas de água em uma cratera fria e permanentemente escura do pólo sul da Lua.
Depois de um ano de análises, a Agência Espacial Americana confirmou que a missão realmente havia encontrado água congelada no chão da cratera. Depois, 3 naves espaciais diferentes enviaram dados que indicam que algumas áreas do solo da Lua são revestidas por uma fina película de água. Não é preciso explicar por que isso é um baita avanço, né?
6. Descoberta: Eris, mais um planeta anão
Em janeiro de 2005, cientistas descobriram Eris, que fica localizado além da órbita de Plutão e tem aproximadamente o mesmo tamanho que esse planeta anão. Também foi descoberto que Eris tem sua própria lua, chamada de Dysnomia. Os dois são os objetos naturais mais distantes conhecidos no Sistema Solar.
A descoberta de Eris lançou o debate entre os cientistas sobre a definição do que realmente podia ser chamado de planeta: inicialmente, ele foi cotado para ser o 10º planeta do Sistema Solar. Mas acabou na lista dos planetas anões, assim como Plutão.
5. Descoberta: Evidências de água em Marte
Evidências de água em Marte
Em 2011, a Agência Espacial Americana divulgou uma sequência de fotos e uma declaração dizendo que tinha evidências de que pode existir água corrente em Marte. Nas fotos era possível ver o que parece ser um líquido escorrendo pela paisagem rochosa do planeta e marcas desse fluxo nas rochas. Os cientistas acreditam que as marcas do fluxo sejam formadas por água salgada, que se aquece durante os meses de verão do planeta apenas o suficiente para derreter e “saltar” pela superfície.
Sinais de que Marte teria água corrente já tinham sido vistos antes, mas essa foi a primeira vez que essas marcas puderam ser observadas durante um curto período de tempo.
4. Descoberta: Uma das luas de Saturno exala vapor de água
Enceladus
Em julho de 2004, a sonda Cassini começou a orbitar Saturno. Por causa das missões anteriores do Voyager, uma das prioridades da missão de Cassini era investigar a 6ª maior lua do planeta, chamada de Enceladus. Depois de diversos voos em 2005, foram descobertos vapor de água e complexos hidrocarbonetos exalando de uma região geologicamente ativa da lua.
A descoberta empolgou tanto os cientistas da Nasa que, em maio de 2011, eles afirmaram que a Enceladus “está emergindo como o local mais habitável além da Terra no Sistema Solar para a vida como conhecemos”.
3. Descoberta: “Fluxo escuro”
Descoberto em 2008, o “fluxo escuro”, como está sendo chamado pelos astrônomos, é mais um mistério do que uma resposta. Pedaços de matéria no universo parecem estar se movendo em altas velocidades e em uma direção uniforme que não pode ser explicada por nenhuma das forças gravitacionais conhecidas.
Alguns cientistas estão dizendo que o “fluxo escuro” pode ser causado por outro universo pressionando o nosso. Já outros nem acreditam na existência do fluxo. O fato é que ainda não dá pra dizer qual a real importância dessa descoberta, mas é bom ficar de olho.
2. Descoberta: Planetas fora do Sistema Solar
Os primeiros planetas localizados fora do Sistema Solar foram descobertos em 1992. Vinte anos depois, em fevereiro de 2012, a missão Kepler da Nasa identificou mais 2.321 candidatos a novos planetas fora de nosso sistema.
Em maio de 2012, a lista desses planetas já acumulava 770 confirmados. Essa conta inclui 614 planetas em sistemas planetários e mais 104 planetas em sistemas planetários múltiplos. E, embora os números sejam baixos, isso só mostra que estamos avançando no conhecimento do Universo.
1. Descoberta: Primeiro planeta em zona habitável
Kepler 22b
Em dezembro de 2011, a Agência Espacial Americana confirmou a descoberta do primeiro planeta localizado na zona habitável de uma estrela parecida com o Sol. O planeta está sendo chamado de Kepler-22b e tem cerca de 2,5 vezes o tamanho do raio da Terra. Cientistas estão incertos quanto à composição do planeta, mas a descoberta foi um passo a mais na busca por um planeta gêmeo da Terra.

Como é um traje espacial?

Ele funciona como uma nave pessoal quando o astronauta está fora da estação ou do ônibus espacial.
A função da roupa é emular as condições que permitem a vida humana, fornecendo oxigênio e regulando a pressão para que os líquidos do corpo não evaporem.
Além disso, camadas térmicas protegem o corpo do frio e do calor, além de bloquear a radiação solar.
Os trajes começaram a ser usados nos anos 60, nas primeiras viagens espaciais, pelos programas Vostok (da União Soviética) e Mercury (dos EUA).
Mesmo após décadas de evolução, os trajes devem passar por adaptações para cumprir as exigências de futuras explorações na Lua e em Marte.
Alta-costura espacial
Quatorze camadas – que juntas não chegam a meio centímetro de espessura – protegem o astronauta das condições extremas do espaço:
Náilon e elastano: três camadas envolvem os canos e dispersam o calor gerado durante as atividades
Borracha e poliéster: duas camadas prendem o oxigênio dentro do traje e mantêm a pressão regulada
Ripstop: forro resistente a rasgos protege os outros tecidos e o corpo do astronauta
Filme de poliéster: sete camadas isolantes regulam a temperatura interna ORTHOFABRIC Mix de tecidos à prova de água, de fogo e até de balas – para conter o impacto de partículas espaciais
Com que roupa eu vou? - É assim que os astronautas realizam tarefas de reparo e manutenção “ao ar livre”:
Luz, câmera, ação!
O visor tem três camadas: uma para situações de pouca luminosidade, outra, escura e reflexiva, para ambientes claros, e uma a terceira viseira, fosca, para bloquear a radiação em caso de tempestade solar. Câmeras e luzes são acoplados no capacete e o contato com a tripulação é feito por um microfone.
Hora do aperto
Um lacre de metal conecta as partes superior e inferior. Abaixo da cintura, anéis e amarras prendem o traje à nave. Nas pernas, faixas coloridas ajudam a tripulação a identificar quem está lá fora. Como as atividades duram horas, sem intervalo, os astronautas vestem fraldões de alta absorção.
(Quase) sob medida
Torso, mãos e pernas são modulares e de várias tamanhos para o astronauta escolher e montar o traje que mais se ajuste a suas medidas. Em casos extremos, os anéis de metal que conectam as peças podem expandir o tecido. As luvas têm aquecedores sobre as unhas para evitar o congelamento dos dedos.
Controle no peito
Sobre o torso rígido, de fibra de vidro, ficam os comandos que regulam os níveis de oxigênio, o volume dos comunicadores e a temperatura interna. Como o astronauta não consegue ver o próprio peito, ele olha o reflexo em um espelho no braço. Por isso, tudo está inscrito ao contrário.
Mochileiro das galáxias
A mochila carrega itens essenciais à sobrevivência no espaço, como tanques de oxigênio – além de uma reserva emergencial, que dura 30 minutos –, bateria e um sistema para refrigerar a água que mantém a temperatura do corpo do astronauta. É capaz de sustentar uma pessoa por sete horas fora da nave
Perdido no espaço
O SAFER ajuda o astronauta a voltar para a nave caso ele se desprenda. Por meio de um controle, ele comanda pequenos foguetes de propulsão alimentados com nitrogênio. O combustível e o impulso duram poucos segundos, por isso, a chance de agarrar a nave não pode ser perdida.
Geladeira portátil
Por baixo de tudo, fica um macacão com 91,5 m de pequenos tubos, alimentados com a água refrigerada na mochila. Eles mantêm o corpo gelado – suar pode embaçar o capacete ou causar desidratação – e são envolvidos por tecidos flexíveis, que formam as primeiras das 14 camadas do traje.

É verdade que o Sol vai morrer?

É, sim - e , sem ele, a vida na Terra não tem chance de sobrevivência. Mesmo que a humanidade conseguisse inventar um Sol artificial, o verdadeiro provavelmente engoliria nosso planeta em seu processo de extinção. A data da tragédia já está marcada, porque é possível deduzir, mais ou menos, quando o combustível do Sol irá acabar: por volta do ano 7 500 000 000. Hoje, a estrela gera energia queimando 282 bilhões de toneladas de hidrogênio do seu núcleo por minuto. Mas, daqui a 7,5 bilhões de anos, o hidrogênio vai rarear e o Sol, para tentar uma sobrevida, terá de começar a queimar hidrogênio de fora do núcleo - além de consumir suas próprias cinzas, ou melhor, o que resta de sua combustão: os átomos de hélio. Assim, a pressão de dentro para fora será tão grande que obrigará a estrela a se expandir. Essa gigantesca bola incandescente crescerá até ocupar as órbitas de Mercúrio e de Vênus - e a da Terra também deverá entrar na roda.
Mesmo que isso não aconteça, a essa altura as temperaturas absurdamente altas já terão acabado com todas as formas de vida imagináveis. "A própria atmosfera se desprenderá", diz o astrônomo Roberto Dias da Costa, da Universidade de São Paulo (USP). Está cientificamente comprovado que essa caminhada do Sol para a morte já começou. A cada bilhão de anos, ele fica 10% mais quente. Só isso bastaria para fazer boa parte dos oceanos evaporar. Em 3 ou 4 bilhões de anos, as nuvens ficariam tão pesadas que armariam um efeito-estufa parecido com o de Vênus, onde o calor mal consegue escapar, deixando o planeta tórrido. Nesse momento, toda a água líquida já teria fervido - e a temperatura terrestre, de centenas de graus Celsius, seria suficiente para derreter chumbo, torrando todos os habitantes. Como se não bastasse, o Sol passaria a crescer loucamente.
Por isso, em poucos milhões de anos, a própria estrela não agüentará mais seu próprio tamanho e acabará se contraindo violentamente, até virar uma estrelinha do tipo anã branca, que não é maior que a Terra. Mesmo que não acabe cremado, nosso planeta nunca voltará a ser azul.
Destruição anunciadaExpansão do Sol engolirá planetas
1 - Paraíso
Com temperaturas amenas, que hoje raramente passam de 40 °C, a Terra pode contar com água líquida. Sem ela, nenhuma forma de vida conhecida teria sido possível. Mas essa situação não vai durar para sempre...
2 - Purgatório
Nos próximos 2 bilhões de anos, o aumento do brilho solar fará a temperatura média ficar, no mínimo, dezenas de graus Celsius mais alta. O gelo dos pólos derreterá e, em seguida, será a vez de o próprio oceano começar a evaporar
3 - Inferno
Em 3 ou 4 bilhões de anos, com o Sol três vezes maior do que hoje, os oceanos terão certamente entrado em fervura. O efeito estufa fará a temperatura chegar a centenas de graus Celsius. Sem água líquida, a vida acabará de vez
4 - Apocalipse
Com tudo isso, daqui a algo entre 5 bilhões e 7,5 bilhões de anos o Sol se transformará em uma estrela de dimensões absurdamente maiores, do tipo das chamadas gigantes vermelhas. Um calor mortal varrerá a atmosfera. A Terra se tornará equivalente a um mero asteróide - e provavelmente acabará engolida pela estrela que lhe deu vida
Hoje, o diâmetro do Sol é de 1 390 000 quilômetros. Na transformação que levará à extinção da estrela, essa medida poderá ultrapassar 300 milhões de quilômetros, absorvendo Mercúrio, Vênus e a Terra. Precisaríamos de uma página com 2 metros de largura para mostrar essa expansão na escala certa
Mercúrio 58 milhões de quilômetros
Vênus 108 milhões de quilômetros
Terra 150 milhões de quilômetros

10 Maiores mistérios do nosso universo!

O universo em toda a sua extensão oferece um vasto campo de estudo e especulação para astrônomos e cientistas. E quanto mais a ciência avança e novas descobertas são feitas, mais perguntas surgem sobre o funcionamento do Espaço, sobre a nossa própria origem e até mesmo sobre as possibilidades do Universo chegar ao fim.
Alguns dos mistérios que intrigam os pesquisadores envolvem fenômenos que fogem da compreensão e que levantam dúvidas sobre as razões de suas peculiaridades. É o caso da galáxia em formato retangular e do campo magnético em parte da crosta lunar. Descubra as dez principais perguntas sobre o Universo que ainda tiram o sono de muitos astrônomos e cientistas nos dias de hoje.

1. O que é a matéria escura?

No modelo cosmológico aceito pela comunidade científica, o Universo é composto por energias e partículas que interferem na gravidade, expansão e aceleração do espaço. Acredita-se que 73% da densidade se constitui de energia escura, que teria o efeito de pressão negativa sobre o Universo; e 23% de matéria escura, que hipoteticamente tem efeitos gravitacionais em matérias visíveis.
Por ser completamente invisível para telescópios e por não emitir luz nem radiação eletromagnética, a matéria escura é extremamente difícil de ser estudada. Os cientistas especulam que ela seja composta de partículas subatômicas diferentes daquelas das matérias visíveis, mas seu efeito gravitacional é perceptível nos movimentos de galáxias e estrelas.
Um dos principais recursos para o estudo da matéria escura é o projeto AMS (Alpha Magnetic Spectrometer) na Estação Espacial Internacional, que coleta dados sobre o fluxo de raios cósmicos na órbita da Terra. Leia mais aqui sobre essa pesquisa científica.

2. O magnetismo nas crateras da Lua

Um dos maiores mistérios da Lua, assim como a sua origem e formação, é a presença de campos altamente magnetizados na superfície, mas apenas em algumas partes da crosta e não em sua totalidade. A região da bacia do Polo Sul-Aitken, onde se encontra a maior cratera na superfície da Lua, apresenta também a maior concentração de magnetismo do satélite e tem despertado a atenção dos cientistas.
Fonte da imagem: Reprodução/Smithsonian.com
Acredita-se que essa grande cratera foi formada pelo impacto de um asteroide de 200 quilômetros de extensão, há cerca de 4,5 bilhões de anos. Esse asteroide pode ter deixado uma quantidade enorme de alguma forma de ferro, que se espalhou de maneira irregular pela crosta lunar, produzindo essas anomalias magnéticas ainda hoje detectadas.
Os cientistas especulam também se a Lua tinha algum tipo de campo eletromagnético depois da sua formação, que estaria presente inclusive no evento do grande impacto do asteroide, mas que foi desaparecendo ao longo do tempo. Simulações por computador indicam que o campo lunar de fato existiu e que o magnetismo encontrado em regiões da superfície faz parte tanto de materiais do espaço quanto de restos do campo eletromagnético que ainda resistem no satélite.

3. A galáxia retangular

A galáxia anã LEDA 074886, detectada em 2012, está localizada a 70 milhões de anos-luz, mas mesmo à longa distância ela chama a atenção pelo seu aspecto retangular. As galáxias em geral têm formato oval, como discos, elipses tridimensionais, às vezes até com curvaturas irregulares, mas essa nova galáxia tem uma aparência bastante peculiar, com cantos mais definidos.
Fonte da imagem: Reprodução/Smithsonian.com
De acordo com algumas especulações, o aspecto retangular pode ser resultado da colisão de duas galáxias em formato espiral. A LEDA 074886 pode ser vista como um retângulo ou até mesmo se assemelhando a um diamante, mas apresenta um disco de orientação circular no centro. Acredita-se que a galáxia deve perder seus cantos duros ao longo de bilhões de anos.

4. O problema de lítio

O lítio é um dos elementos, junto com o hélio e o hidrogênio, que deveria ser abundante no Universo por estar diretamente ligado aos processos de síntese nuclear. Porém, a observação de estrelas antigas, formadas de material similar àquele que produziu o Big Bang, revelou uma quantidade de lítio muito inferior do que previam os modelos teóricos. A pouca quantidade do elemento nas estrelas ficou conhecida no meio científico como “problema de lítio”.
Novas pesquisas indicam que parte desse lítio pode estar misturada ao centro das estrelas, fora da vista de telescópios. Ao mesmo tempo, no campo teórico, pesquisadores sugerem que áxions, partículas subatômicas hipotéticas, podem ter absorvido prótons e reduzido a quantidade de lítio criada logo após o Big Bang.

5. A reciclagem do Universo

Nos anos mais recentes, os astrônomos notaram que as galáxias formam novas estrelas a uma taxa que parece consumir mais matéria do que elas pareciam ter. Um novo estudo com galáxias distantes pode ter encontrado a resposta a este mistério. As galáxias parecem atrair de volta para o seu centro um gás que elas mesmo produzem, o que pode resolver a questão da origem da matéria bruta na formação de novas estrelas.

6. As bolhas de radiação no centro da Via Láctea

O telescópio Fermi, capaz de detectar raios gama no espaço, registrou em 2010 gigantescas bolhas de radiação que emanam em direções opostas a partir do centro da Via Láctea. Essas estruturas se estendem a 20 mil anos-luz para cima e para baixo do plano espacial.
Fonte da imagem: Reprodução/Smithsonian.com
Os cientistas têm especulado que essa radiação pode ser resultado do choque de estrelas sendo consumidas pelo enorme buraco negro do centro da galáxia.

7. Por que as pulsares pulsam?

As estrelas de nêutrons pulsares têm a particularidade de emitir radiação eletromagnética em intervalos regulares, como o feixe de luz em rotação de um farol. Apesar de a primeira pulsar ter descoberta em 1967, os cientistas ainda tentam decifrar as causas dos pulsos de energia. Observou-se que correntes magnéticas influenciam no desalinhamento dos polos e na emissão de radiação, mas ainda não há explicação para a flutuação magnética que movimenta as pulsares.

8. Estamos sozinhos?

A pergunta que não quer calar: será que estamos sozinhos no Universo? Em 1961, o astrofísico Frank Drake postulou uma equação polêmica sugerindo que, levando em conta diversos fatores, a probabilidade de existir vida em outro lugar é extremamente alta. Drake contabilizou a formação de novas estrelas, a quantidade de estrelas com planetas, a combinação de condições para a existência de vida, entre outras especificações. Ainda não encontramos vida em nenhum canto da galáxia, mas isso não significa que devemos perder as esperanças.

9. O fim do Universo

Os teóricos acreditam que o Universo começou com o Big Bang, mas há muitas dúvidas ainda de como ele vai acabar. Não é possível saber se o Universo continuará se expandindo até o ponto da desagregação de toda a matéria, o Big Rip, ou se a expansão irá cessar e o plano espacial entrar em processo de condensação, o chamado Big Crunch.

10. Universos paralelos

Podemos não estar sozinhos e podemos não ser únicos. A teoria de pesquisadores físicos é de que podemos estar em um multiverso, com outros universos paralelos. A especulação sugere pensar o nosso universo como uma bolha, como um globo de neve, e que outros universos alternativos existem dentro de suas próprias bolhas. Apesar de ser um conceito bem próximo de clássicos da ficção científica, astrônomos procuram evidências que indiquem pontos de colisão entre os universos.

Conheçam os 6 exoplanetas mais parecidos com a Terra!

O sonho de descobrir uma verdadeira "Terra fora do Sistema Solar" é um desejo de longa data. A primeira descoberta de um exoplaneta ocorreu em 1995, e desde então, já descobrimos cerca de 2.000 planetas orbitando estrelas distantes, algo que há alguns séculos nem sequer imaginávamos. E com tantas descobertas acontecendo, o nosso grande sonho de encontrar um planeta gêmeo idêntico da Terra pode não estar tão longe...

Para que um planeta seja considerado potencialmente favorável à vida (da forma que conhecemos), ele deve ser rochoso e orbitar sua estrela na chamada "zona habitável", ou seja, nem tão perto e nem tão longe, em uma região onde a água líquida possa existir.



Mas apesar da Terra 2.0 ainda não ter sido descoberta, já existem alguns planetas que se parecem bastante com o nosso, e que segundo a NASA, são os mundos que chegam mais próximo do nosso.


Gliese 667 Cc
Gliese 667 Cc
Ilustração artística do exoplaneta Gliese 667 Cc. A maior estrela (à esquerda) é a estrela que o exoplaneta
Gliese 667 Cc orbita. As outras duas estrelas (à direita) são Gliese 667 A e B.
Créditos: ESO         /         Clique na imagem para ampliar

Este exoplaneta, que fica a apenas 22 anos-luz da Terra, tem pelo menos 4,5 vezes a massa da Terra, mas os pesquisadores ainda não têm certeza se ele é ou não rochoso. Gliese 667 Cc completa uma órbita em torno de sua estrela-mãe em apenas 28 dias, mas essa estrela é uma anã vermelha consideravelmente mais fria do que o Sol, por isso os astrônomos acreditam que ele esteja na zona habitável. O sistema da estrela é um sistema triplo. Ele foi detectado com o telescópio de 3,6 metros do Observatório Europeu do Sul (ESO), no Chile.


Kepler-22b
Kepler-22b
Ilustração artística de Kepler-22b. Créditos: NASA / Ames / JPL-Caltech
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Kepler-22b encontra-se a 600 anos-luz de distância. Foi o primeiro planeta encontrado na zona habitável pelo Observatório Kepler. Ele tem cerca de 2,4 vezes o tamanho da Terra, e ainda não ficou claro de ele é rochoso ou gasoso. Sua órbita dura cerca de 290 dias.





Kepler-69c
Kepler-69c
Ilustração artística de Kepler-69c. Créditos: NASA / Ames / JPL-Caltech
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Kepler-69c está a cerca de 2.700 anos-luz de distância, e é cerca de 70% maior do que o nosso planeta, e mais uma vez, os pesquisadores não têm certeza de sua composição. O planeta completa uma órbita a cada 242 dias, tornando a sua posição dentro de seu sistema comparável à de Vênus. No entanto, a estrela hospedeira de Kepler-69c tem cerca de 80% do brilho do nosso Sol, de modo que o planeta parece estar na zona habitável.


Kepler-62f
Kepler-62f
Ilustração artística de Kepler-62f. Créditos: NASA / Ames / JPL-Caltech
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Este planeta é cerca de 40% maior que a Terra e orbita uma estrela muito mais fria do que a nossa. Sua órbita de 267 dias coloca Kepler-62f exatamente dentro da zona habitável. O sistema Kepler-62 fica a cerca de 1.200 anos-luz de distância.



Kepler-186f
Kepler-186f
Ilustração artística de Kepler-186f orbitando sua estrela com outros exoplanetas pertencentes ao mesmo sistema.
Créditos: NASA / Ames / SETI / JPL-Caltech         /         Clique na imagem para ampliar

Este planeta é no máximo 10% maior do que a Terra, e pode residir na zona habitável de sua estrela, embora nos limites exteriores receba apenas 1/3 da energia que a Terra recebe do Sol. A estrela-mãe de Kepler-186F é uma anã vermelha, o que faz com que ele não seja um gêmeo da Terra. O exoplaneta Kepler-186f fica a cerca de 500 anos-luz de distância.


Kepler-452b
Kepler-452b
Ilustração artística do exoplaneta Kepler-452b. Créditos: NASA / Ames / JPL-Caltech / T. Pyle
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Este mundo, cuja descoberta foi anunciada recentemente, é o planeta mais parecido com a Terra encontrado até agora, segundo astrônomos e especialistas da NASA. Sua estrela-mãe é muito semelhante ao nosso Sol, e o planeta também a orbita na zona habitável. O exoplaneta Kepler-452b tem cerca de 1,6 o tamanho da Terra, e as evidências apontam para um planeta rochoso. Kepler-452b encontra-se a 1.400 anos-luz da Terra.

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