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Quiz- Teste seus conhecimentos sobre astronomia.
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16:41
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O físico britânico Stephen Hawking afirmou em entrevista ao jornal espanhol El País que a sobrevivência da raça humana "vai depender da capacidade de encontrarmos novos lugares do Universo".
"O risco de que um desastre destrua a Terra é cada vez maior. Então, eu gostaria de despertar o interesse do público pelos voos espaciais . Eu aprendi a não olhar para o futuro distante e a me concentrar no presente. Ainda há muito mais coisas que eu quero fazer", concluiu o cientista ao ser perguntado sobre o destino da raça humana.
Ao ser questionado o que seriam as coisas que gostaria de fazer, disse: "Viajar ao espaço com a Virgin Galactic (empresa de turismo espacial)".
"Raça humana terá que sair da Terra para sobreviver", diz Stephen Hawking
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05:20
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05:20
Essa é uma pergunta que está presente em vários textos e documentários que duvidam da visita do homem ao nosso satélite. Teorias conspiratórias colocam em xeque a ida do homem à Lua, e não é de hoje que perguntas como essa tomam conta da internet. Bill Kaysing, autor do livro "Never Went to the Moon" (Nunca fomos à Lua), já fez essa e outras indagações desde 1974.
Segundo pesquisadores, há uma resposta para esse grande mistério. Eles dizem que a maioria das pessoas apenas olham as fotos, e a bandeira norte-americana realmente parece tremular. Mas se analisarmos os vídeos, percebemos que na verdade ela permanece estática, e essa forma que ela adquire, que parece que ela está esvoaçando se dá após os astronautas mexerem nela, e assim que eles tiram as mãos dela, ela volta a ficar parada, mas claro, sua forma de ondulação permanece. "E ela fica com aquela aparência ondulada justamente por não haver atmosfera suficiente para mudar sua posição", explica Douglas Galante, pesquisador do Laboratório Brasileiro de Luz Sincroton e do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP.
Vale lembrar ainda que seu mastro é de alumínio flexível, o que explica um certo movimento mesmo após o astronauta tirar as mãos da bandeira. "A inércia faz com que ela continue a se mover", diz Roger Launius, do Museu Espacial Smithsonian, em Washington, EUA.
Se na Lua não venta, por que a bandeira dos EUA tremeu?
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13:04
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Cabeleira branca, barba por fazer e trajes simples. Abrigado em uma das aparências mais conhecidas da humanidade se escondia um sujeito que classificava de modo curioso o pensamento e a busca por soluções. Nascido em 1879, em Ulm, cidade alemã de apenas 99 mil habitantes, Albert teve uma infância conturbada. As dificuldades para aprender a falar fizeram com que seus pais, Hermann e Pauline, desconfiassem que o futuro gênio tivesse problemas mentais.
Depois, em Munique – onde a família fora tentar a sorte na criação de uma fábrica de equipamentos elétricos, Einstein se revelou em uma criança introvertida. Parecia ter a capacidade de repelir pessoas ao seu redor. Raramente era visto na companhia de colegas. Aliás, o jeito reservado foi algo marcante na vida do matemático, até mesmo quando passou a lecionar física em universidades. “Conversar com Einstein seria profanar sua sagrada solidão”, afirmou o filósofo brasileiro Huberto Rohden (1893-1981).
Rohden conheceu Einstein durante os anos 40, enquanto estudava no Instituto de Estudos Avançados, em Princepton – onde Einstein lecionava física teórica. Como resultado de tal “convivência”, Huberto escreveu um livro sobre o físico: “Einstein: o enigma do Universo” (publicado no Brasil pela editora Martin Claret).
É possível acreditar que esse estilo “reservado” de Einstein quando adulto tinha explicação: o físico alegava que a intuição era o principal caminho para suas descobertas. E para ouvir esse lado instintivo julgava necessário o silêncio.
Claro, seria enorme altivez afirmar que o gênio gastava todo o tempo em suas equações… Contudo, sobram indícios de que tais problemas ocupavam a mente de Einstein durante parcela considerável de seu dia. E, até mesmo, durante períodos bastante longos.
Certa vez, enquanto desenvolvia uma tese, Albert ficou “incomunicável” por dias em um quarto, com a porta trancada; esta era aberta apenas quando o físico pegava sanduíches preparadas pela prima e esposa Elsa. Nesse “cárcere”, quieto, acreditava alcançar um nível superior ao silêncio, um êxtase que proporcionava maior facilidade para descobertas.
Outra passagem curiosa sobre o físico foi relatada em carta para um amigo, em 1954, publicada anos depois na revista norte-americana Time. Nesse documento, Albert assegurava não lembrar-se de ter feito sequer uma experiência para chegar à Teoria da Relatividade. Alegava apenas ter seguido sua intuição.
Todos esses aspectos não significam que Einstein acreditasse somente na intuição. Longe disso, aliás. Ele defendia a comprovação por meio da ciência, do experimento. Contudo, Einstein valorizava extremamente esse período pré-experimental com uma notável sensibilidade. Dava um enorme valor aos instintos.
O Gênio e a Guerra
Logo, porém, Albert recebeu convite para ser professor no Instituto de Estudos Avançados, nos Estados Unidos.
Curiosamente, esse período marcou o início da maior controvérsia da vida do gênio. Einstein teria ajudado a indústria bélica norte-americana a desenvolver a bomba atômica?
Albert sempre negou essa hipótese. Garantiu que sua participação se restringiu a uma carta enviada ao então presidente dos Estados Unidos, Franklin Roosevelt, alertando sobre a necessidade de o país desenvolver estudos para criar a bomba atômica. Relatou ainda os perigos dessa arma.
“Sou apaixonadamente um pacifista”, afirmou Einstein, certa vez. “Mas os sábios alemães se encarniçavam sobre o mesmo problema (criação da bomba atômica) e tinham todas as chances de resolvê-lo. Assim, assumi minhas responsabilidades”.
Quando os estadunidenses lançaram bombas atômicas nas cidades japonesas de Nagasaki e Hiroshima, Einstein certamente sentiu dor semelhante à de Santos Dumont na Primeira Guerra. Mas, Albert reagiu. Em 1946, criou o Comitê de Vigilância dos Cientistas Atômicos, em vista à conscientização sobre as finalidades da Física Nuclear.
Einstein ainda classificou o serviço obrigatório militar como o “câncer da humanidade” e garantiu sonhar como um ambiente mundial que proporcionasse a extinção de exércitos. E falou sobre quem tinha de participar de eventuais guerras.
Einstein ainda classificou o serviço obrigatório militar como o “câncer da humanidade” e garantiu sonhar como um ambiente mundial que proporcionasse a extinção de exércitos. E falou sobre quem tinha de participar de eventuais guerras.
“Deveriam mandar mulheres para a próxima guerra”, falou. “Assim os sentimentos heroicos do belo sexo seriam utilizados de modo bem mais pitoresco que em atacar um civil sem defesa”.
Creditos: Universo Racionalista
Einstein, o misterioso gênio...
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16:42
O asteroide 2012 TC4 foi descoberto pelo Observatório Pan-STARRS, no Havaí, em outubro de 2012. Na época, os astrônomos estimaram seu tamanho entre 12 e 40 metros, e ele passou a 94.800 quilômetros da Terra. Agora, os pesquisadores calculam que em 12 de outubro de 2017 a órbita deste asteroide o faria passar muito próximo da Terra, e não é descartado um possível impacto. Dependendo de onde aconteça, poderá ter consequências mais devastadoras que as do meteorito que caiu sobre Chelyabinsk em 2013, uma vez que o 2012 TC4 tem o dobro do tamanho do último.
Judit Györgyey-Ries, astrônoma do Observatório McDonald da Universidade do Texas, acredita que mais estudos terão que ser realizados para assegurar que o asteroide não colidirá contra a Terra. Atualmente, existem 1.572 asteroides registrados como potencialmente perigosos, embora nenhum esteja em curso certeiro de colisão contra nosso planeta.
Fonte: Fatos Cientificos
Fonte: Fatos Cientificos
Asteroide poderá se chocar contra a Terra em 2017!
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16:05
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16:05
Com essa nova descoberta, começaram vários questionamentos em torno das condições de vida no exoplaneta. Segundo Jon Jenkins, um dos responsáveis pela nave Kepler, que encontrou o Kepler-452b, viver por lá poderia ser meio difícil no começo
"A ALTA GRAVIDADE PODERIA TRAZER MUDANÇAS PARA OS CORPOS DOS COLONIZADORES DO EXOPLANETA. “SE NÓS ESTIVÉSSEMOS LÁ, FICARÍAMOS MAIS FORTES”, COMPLETA O ASTRONAUTA JOHN GRUNSFELD. “NOSSOS OSSOS FICARIAM MAIS FORTES. SERIA COMO MALHAR TODOS OS DIAS.”
Por orbitar uma estrela parecida com o Sol - e que fica mais ou menos à mesma distância que ele em relação a Terra -, a experiência poderia ser parecida com a que temos por aqui. “A sensação seria muito parecida com a que sentimos na Terra. Além disso, as plantas terrestres poderiam fazer fotossíntese nem problema algum”, afirma Jenkins.
Como seria viver no Kepler-452b, “o primo” da Terra?
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05:17
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05:17
Edgar Mitchell, participante da missão Apollo 14 e o sexto homem a caminhar na Lua, afirmou em uma entrevista recente que acredita que aliens pacifistas visitaram a Terra. O objetivo era impedir que ataques nucleares acontecessem durante a Guerra Fria. Isso, de acordo com ele, explicaria os avistamentos de Ovnis perto de bases militares na época.
“Falei com muitos oficiais da força aérea que trabalharam nessas estações durante a Guerra Fria. Eles me contaram que os Ovnis eram vistos com frequência e que eram capazes de desligar seus mísseis. Outros oficiais da costa do Pacífico contaram que os mísseis eram derrubados com frequência por naves alienígenas”, afirmou Mitchell.
Não é de hoje que sabemos que o astronauta acredita em visitas extraterrestres. Anteriormente ele já havia declarado crenças similares sobre a presença de ETs em Roswell. Ele cresceu no Novo México, próximo a Roswell, onde as primeiras bombas nucleares foram testadas. “Os ETs estavam por lá porque queriam saber da nossa capacidade militar”, afirmou.
Fonte: Revista Galileu
Astronauta da missão Apollo afirma: Ovnis evitaram a guerra nuclear!
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15:34
É uma parte do Universo que os astrônomos sabem que existe, mas ainda não sabem exatamente o que seja. É matéria, porque se consegue medir sua existência por meio da força gravitacional que ela exerce. E é escura, porque não emite nenhuma luz. Essa segunda propriedade é justamente o que dificulta seu estudo. Todas as observações de corpos no espaço são feitas a partir da luz ou de outro tipo de radiação eletromagnética emitida ou refletida pelos astros. Como a matéria escura não faz nenhuma dessas coisas, é "invisível". Ainda assim, sabe-se que ela está lá. Na década de 1930, o astrônomo Fritz Zwicky, um húngaro radicado nos Estados Unidos, calculou a massa de algumas galáxias e percebeu que ela era 400 vezes maior do que sugeriam as estrelas observadas! A diferença está justamente na massa de matéria escura. E quanta diferença! Pelas contas do professor Fritz, você deve ter percebido que ela não é apenas um detalhe na composição do Universo, e, sim, seu principal ingrediente. Hoje em dia, calcula-se que el corresponda a mais ou menos 95% do Universo. É como se todas as galáxias que conhecemos atualmente fossem apenas alguns pedacinhos de chocolate encravados no grande bolo do Universo. Existem várias teorias sobre o que seria a tal massa escura. O mais provável é que ela seja feita de partículas subatômicas, menores que nêutrons, prótons e elétrons e ainda indetectáveis pelos atuais instrumentos de medição dos cientistas. Para terminar, vale um esclarecimento: apesar da semelhança no nome, matéria escura não tem nada a ver com buraco negro. "A massa escura é um componente do Universo, sem luz, enquanto o buraco negro é um objeto astrofísico com um campo gravitacional tão forte que não deixa nem mesmoa luz escapar", afirma o astrônomo Enos Picazzio, da Universidade de São Paulo (USP).
O que é matéria escura?
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16:41
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16:41
Convenhamos que nós, seres humanos, podemos enxergar aquilo que ‘queremos ver’, mesmo dentro de um vasto mundo de hipóteses, photoshop, softwares de edição e coisas do tipo. Ou então podemos estar todos permeados pelo hábito chamado de pareidolia, que é o mesmo que nos acomete quando olhamos alguma nuvem no céu e atribuímos a ela a forma de algum animal que achamos similar a ela. O certo é que de duas uma:
“Ou estamos ficando todos intrigados, ou a NASA, gigante espacial norte-americana, vem escondendo muita, muita coisa mesmo de nós, ‘meros mortais’.”
Espero que não estejam achando que é ‘caô‘ nosso, nem que seja mais uma pauta sensacionalista. Esperamos que vocês mesmos analisem essas imagens registradas da superfície do “Planeta Vermelho”, que vão te fazer ligar uma válvula no cérebro relacionada ao questionamento. A gente tem certeza que você vai se perguntar: “Será que é verdade?”
Veja por si só e tire suas conclusões a respeito dessas imagens que estão intrigando o mundo inteiro:
1. Esse rosto esculpido em uma rocha
2. Vulto Montanhoso
3. O possível osso de um animal
4. O que parece ser um chapéu
5. Dedo
6. O rosto de Cydonia (região de Marte)
7. Imagem auto-explicativa
8. Intrigante!
9. “Pedrossauro”
10. Pirâmide marciana
11. Formatos: Parece um semáforo
12. Vixe!
13. Algo parecido com material metálico
14. Lagarto?
14 imagens intrigantes da superfície de Marte
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13:06
Quando comparados com outros corpos celestes, vemos que nosso planeta, sol e lua são meros grãos de areia quando comparados à grandeza do universo. Por muito tempo pensamos que estivéssemos no centro do universo. Tudo girava à nossa volta como se fosse para não escapar ao nosso controle.
As estrelas eram diamante presos em um globo preso à Terra por linhas invisíveis, e o Sol era nosso escravo fornecedor de luz e calor. Foi muito difícil pra nós aceitarmos que a Terra é apenas mais um planeta girando em torno de uma estrela.
Ainda hoje não é fácil compreender que somos companheiros de Sol numa galáxia com mais de cem bilhões de estrelas, e, ainda, que a Via Láctea é apenas mais uma das dezenas de milhares de galáxias que já foram observadas e devidamente catalogadas.
Dizer, por exemplo, que a luz atravessa o maior diâmetro da nossa galáxia em cerca de 100.000 anos, pode representar algo muito difícil de entender, mas é nessa ordem de grandeza de tempo e distância que surgiu e se desenvolveu a espécie da qual fazemos parte: o Homo Sapiens. Nós começamos a encontrar respostas engatinhando, caminhando sobre o planeta, marcando no chão as primeiras unidades de medida.
A seguir estão 26 imagens que nos fazem refletir sobre nossa existência no universo e o quanto nós somos pequenos em meio a essa imensidão:
1. Essa é a Terra! É aqui que nós vivemos.
2. Esse é o nosso Sistema Solar
3. Essa é a distância entre a Terra e a Lua. Não parece tão longe, parece?
4. Só que não. Dentro da distância entre a Terra e a Lua dá pra colocar todos os planetas do nosso sistema enfileirados.
5. Aqui é a representação do tamanho da América do Norte em Júpiter!
6. Aqui nós temos o tamanho de 6 Terras comparado com nosso big brother Saturno
7. Essa é a imagem de um “pequeno” cometa comparada com a cidade de Los Angeles
8. Aqui somos nós vistos da Lua

9. Visto de Marte, nosso planeta mais parece um grão de areia


10. Visto dos anéis de Saturno então, somos só um pontinho brilhante!
11. Em Netuno, há mais de 4 bilhões de quilômetros da Terra nem é possível ver nosso planeta
12. Aqui é o tamanho da Terra comparado com o Sol. Assustador, não é?

13. Isso não é nada. Existem estrelas muito maiores que o nosso pequenino Sol. Olhe o quão insignificante nossa estrela parece ser nessa representação
14. Dê outra olhada. A maior estrela conhecida, a VY Canis Majoris, é 1.000.000.000 de vezes maior que o sol
15. Mas nada disso se compara com a nossa galáxia. De fato, nosso sol seria comparado ao tamanho de uma célula sanguínea diante da imensidão da Via Láctea.
17. Isso é tudo que você vê da Via Láctea quando olha para o céu durante a noite
18. Mas até nossa galáxia é pequena em comparação a outras. Aqui é uma comparação da Via Láctea com a galáxia IC 1011, que está há 350 milhões de anos luz longe da Terra

19. Vamos pensar grande. Só nessa foto do telescópio Hubble existem milhares de galáxias com suas respectivas estrelas e planetas.
19 imagens que vão fazer você se sentir uma formiguinha na imensidão do UNIVERSO!
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12:53
Algumas crianças nascem com talentos fascinantes, habilidades incomuns. A história de um garoto incomum chamado Boriska me foi contada por membros de uma expedição a uma região anômala ao norte de Volgogrado, comumente chamada de Medvedetskaya gryada. "Você consegue imaginar, enquanto todos estavam sentados em torno de uma fogueira, à noite, um menino de aproximadamente sete anos de repente chamou a atenção de todo mundo. Muito excitado, ele queria falar a todos a respeito da vida em Marte, sobre seus habitantes e suas viagens à Terra", conta uma das testemunhas. Fez-se silêncio. Foi incrível!
O garotinho, com enormes olhos vivos estava começando a nos contar uma história magnífica a respeito da civilização marciana, sobre cidades megalíticas, suas naves espaciais e vôos para diversos planetas, sobre um país maravilhoso chamado Lemúria, cuja vida ele conhecia em detalhes, uma vez que descera lá, vindo de Marte, e lá fizera amigos. As achas de madeira estalando, a névoa noturna envolvendo a área e o imenso céu escuro com miríades de estrelas brilhantes pareciam esconder algum mistério. Sua história durou cerca de hora e meia. Um dos membros foi esperto o bastante para gravar toda a narrativa.
Muitos ficaram assombrados por dois fatores distintos. Primeiro, o garoto possuía um conhecimento excepcionalmente profundo. Seu intelecto era obviamente muito distante do de um menino típico de sete anos de idade. Nem todos os professores seriam capazes de narrar a história inteira da Lemúria e dos Lemurianos com tamanhos detalhes. Não se encontra qualquer referência a esse país nos livros escolares. A ciência moderna ainda não comprovou a existência de outras civilizações. Em segundo lugar, estávamos todos maravilhados com a linguagem adiantada que o garoto utilizava. Estava muito acima da que os meninos de sua idade normalmente usam. Seu conhecimento de terminologias específicas, detalhes e fatos do passado de Marte e da Terra nos fascinaram a todos.
”Por que ele começou a conversação em primeiro lugar?”, disse o meu interlocutor. “Talvez ele tivesse apenas sido tocado pela atmosfera geral do nosso acampamento, com pessoas bem informadas e de mente aberta”, continuou ele. “Poderia ele ter inventado tudo aquilo?”. “Duvido muito”, objetou meu amigo. A mim me parece que o menino estava compartilhando suas lembranças pessoais de vidas passadas. É virtualmente impossível inventar tais histórias, alguém realmente teria de conhecê-las.
Hoje, depois de encontrar os pais de Boris e conhecer melhor o menino, começo a checar cuidadosamente as informações obtidas ao redor da fogueira. Ele nasceu na cidade de Volzhskii, Rússia, num hospital suburbano, embora oficialmente, com base em sua certidão de nascimento, sua cidade natal seja Zhirnovsk, na região de Volgogrado. Seu nascimento ocorreu em 11 de janeiro de 1996 (talvez isso seja útil para os astrólogos). Seus pais parecem ser pessoas maravilhosas. Nadezhda, a mãe de Boriska, é dermatologista numa clínica pública. Ela se formou na faculdade de medicina de Volgogrado em 1991. O pai do garoto é um funcionário aposentado. Ambos ficariam felizes se alguém pudesse lançar alguma luz sobre o mistério em torno de seu filho. Enquanto isso, eles simplesmente o observam e o vêem crescer.
”Depois que Boriska nasceu, notei que em 15 dias ele conseguia manter a cabeça ereta”, relembra Nadezhda. Pronunciou sua primeira palavra, baba (papai) quando tinha 4 meses, e logo depois começou a falar. Com 7 meses, construiu sua primeira frase: "Eu quero um prego". Ele disse essa frase em particular depois de observar um prego enfiado na parede. Notavelmente, suas habilidades intelectuais ultrapassavam suas habilidades físicas. Como essas habilidades se manifestavam? "Quando Boris tinha apenas um ano, comecei a lhe dar cartas (baseada no sistema Nikitin) e - adivinhe! - com um ano e meio ele já conseguia ler jornais. Não demorou muito para que se acostumasse com as cores e seus tons. Ele começou a pintar aos 2 anos. Então, logo após completar essa idade, nós o levamos ao centro de puericultura. Os professores ficaram todos assombrados com seus talentos e sua maneira incomum de pensar. O menino possui memória excepcional e uma inacreditável habilidade de absorver novas informações. Não obstante, seus pais logo notaram que seu filho estava adquirindo informações à sua maneira, de alguma outra fonte.
”Ninguém jamais ensinou isso a ele", relembra Nadya. "Mas, às vezes, ele sentava em posição de lótus e começava a falar. Ele falava sobre Marte, sobre sistemas planetários, civilizações distantes. Não conseguíamos acreditar no que ouvíamos. Como pode uma criança saber tudo isso? Cosmos, histórias intermináveis de outros mundos e da imensidade dos céus, são como mantras diários para ele desde que tinha 2 anos". Foi então que Boriska nos contou sobre sua vida anterior em Marte, sobre o fato de que o planeta era realmente habitado, e que, como resultado de uma destruidora catástrofe, perdera sua atmosfera e por isso seus habitantes tiveram que viver em cidades subterrâneas. Desde então, ele costumava viajar para a Terra com freqüência para comércio e com finalidades de pesquisa. Parecia que Boriska pilotava sua própria nave. Isso aconteceu durante o período das civilizações lemurianas. Ele tinha um amigo lemuriano que morreu bem diante de seus olhos.
Uma catástrofe imensa se abateu sobre a Terra. O continente gigantesco foi consumido por ondas de tempestades. Aí, de repente, uma enorme rocha caiu sobre uma construção onde seu amigo estava, disse Boriska. "Não pude salvá-lo. Estamos destinados a nos encontrar em algum momento desta encarnação”. O menino visualiza o quadro completo da queda da Lemúria como se tivesse acontecido ontem. Ele chora a morte de seu melhor amigo como se fosse culpa sua. Um dia, ele notou um livro na bolsa de sua mãe, intitulado "De Onde Viemos", de Ernst Muldashev. Precisavam ver a alegria e fascinação que essa descoberta provocou no menino. Ficou navegando pelas páginas por horas a fio, olhando para as figuras de lemurianos, fotos do Tibet. Começou então a falar sobre o intelecto elevado dos lemurianos. "Mas a Lemúria deixou de existir no mínimo há 800 mil anos", eu disse em resposta às afirmações dele. "Os lemurianos tinha 9 metros de altura! Isso é verdade? Como você consegue se lembrar de tudo isso"?
"Eu me lembro", respondeu o garoto. Mais tarde, ele começou a recordar outro livro de Muldashev intitulado "Em Busca da Cidade dos Deuses". O livro é dedicado principalmente às antigas tumbas e pirâmides. Boriska sustentou com firmeza que as pessoas encontrarão o conhecimento sob uma das pirâmides (não a de Quéops). Isso ainda não tinha sido descoberto. "A vida mudará depois que a Esfinge for aberta", disse ele, e acrescentou que a grande Esfinge tem um mecanismo de abertura em algum ponto atrás de sua orelha (mas ele não se recorda exatamente onde). O menino também fala com grande paixão e entusiasmo sobre a civilização Maia. De acordo com ele, sabemos muito pouco sobre aquela grande civilização e seu povo. Interessantemente, Boriska acha que agora finalmente chegou o tempo para que os "seres especiais" nasçam na Terra. "O renascimento do planeta se aproxima. Novos conhecimentos virão em grande quantidade, trazendo uma mentalidade diferente para os terráqueos”.
Como você sabe sobre essas crianças superdotadas e porque isso está acontecendo? Você sabe que eles são agora chamados de "crianças índigo"? "Eu sei que elas estão nascendo. Não obstante, eu ainda não encontrei nenhuma em minha cidade. Talvez possa ser uma menina chamada Yulia Petrova. Ela é a única que acredita em mim. Outros simplesmente riem de minhas histórias. Algo vai acontecer na Terra, é por isso que essas crianças são importantes. Elas serão capazes de ajudar as pessoas. Os pólos vão se inverter. A primeira grande catástrofe num dos continentes acontecerá em 2009. A seguinte ocorrerá em 2013, e será ainda mais devastadora".
Você não tem medo de que sua vida possa terminar como resultado de tal catástrofe?. "Não, eu não tenho medo. Eu já vivenciei uma catástrofe em Marte. Ainda existem pessoas como nós lá. Porém, após a guerra nuclear, tudo foi queimado. Algumas dessas pessoas conseguiram sobreviver. Eles construíram abrigos, novos armamentos. Também houve um movimento de continentes lá, embora o continente não fosse tão grande. Os marcianos respiram gás. Se eles chegassem ao nosso planeta, teriam de ficar próximos a canos de descarga e inspirar a fumaça". Você prefere respirar oxigênio?. "Quando se está neste corpo, tem-se que respirar oxigênio. Todavia, os marcianos não gostam deste ar, o ar da Terra, porque causa envelhecimento. Os marcianos são relativamente jovens, em torno de 30-35 anos de idade. A quantidade de bebês marcianos vai crescer anualmente".
Boris, porque nossas sondas espaciais desaparecem ou falham antes de chegar a Marte? "Marte transmite sinais especialmente destinados a destruí-las. Tais missões contêm radiação maléfica." (sondas movidas a plutônio?) "Eu estava impressionado com o conhecimento dele sobre esse tipo de radiação. É absolutamente verdadeiro. Em 1988, um residente de Volzhskii, Yuri Lushnichenko, um homem com poderes extra-sensoriais, tentou alertar as autoridades soviéticas sobre a queda inevitável das primeiras missões soviéticas a Marte, Fobos 1 e Fobos 2.
Ele também mencionou esse tipo de radiação desconhecida e maléfica sobre o planeta. Obviamente, ninguém o levou a sério então. O que você sabe sobre dimensões múltiplas? Você sabe que não se pode voar em trajetórias retas, mas sim manobrando através do espaço multidimensional? Boriska imediatamente se levantou e começou a despejar todos os fatos sobre UFOs. "Nós decolamos e pousamos na Terra a todo momento”! O garoto pegou um giz e começou a desenhar um objeto oval sobre o quadro negro. "Ele consiste de seis camadas", disse. 25% - camada externa, feita de metal durável, 30% - segunda camada feita de algo similar à borracha; a terceira camada compreende 30% - novamente de metal. Os últimos 4% são compostos de uma camada magnética especial. Se carregamos essa camada magnética com energia, essas máquinas serão capazes de voar a qualquer ponto do Universo".
Será que Boriska tem uma missão especial a cumprir? Ele tem consciência disso? Coloquei essas questões a seus pais e a ele próprio. Ele afirma que pode prever - diz sua mãe. Ele diz saber algo a respeito do futuro da Terra. Ele diz que a informação terá o papel mais significativo no futuro. Boris, como você sabe de tudo isso? "Está dentro de mim”. Boris, diga-nos porque as pessoas ficam doentes. "A doença resulta da incapacidade das pessoas de viverem adequadamente e serem felizes. Você deve esperar pela sua metade cósmica. Alguém jamais deveria envolver-se e bagunçar o destino de outros indivíduos. As pessoas não deveriam sofrer por seus erros passados, e sim entrar em contato com aquilo que lhe foi predestinado e tentar alcançar as alturas e conquistar seus sonhos" (essas são as palavras exatas que ele usou).
Vocês têm de ser mais simpáticos e calorosos. Caso alguém o ataque, abrace seu inimigo, peça-lhe perdão e ajoelhe-se diante dele. Se alguém o odeia, ame-o com todo fervor e devoção e peça-lhe desculpas. Essas são as regras do amor e da humildade. Sabem porque os lemurianos pereceram? Eu tenho parte da culpa. Eles não desejavam mais se desenvolver espiritualmente. Eles se afastaram do caminho predestinado e assim destruíram a unidade global planetária. O Caminho da Magia leva a lugar nenhum. O Amor é a verdadeira Magia! Como você sabe disso tudo? "Eu sei. Kailis". O que você disse? "Eu disse olá. Essa é a linguagem do meu planeta”.
O garotinho, com enormes olhos vivos estava começando a nos contar uma história magnífica a respeito da civilização marciana, sobre cidades megalíticas, suas naves espaciais e vôos para diversos planetas, sobre um país maravilhoso chamado Lemúria, cuja vida ele conhecia em detalhes, uma vez que descera lá, vindo de Marte, e lá fizera amigos. As achas de madeira estalando, a névoa noturna envolvendo a área e o imenso céu escuro com miríades de estrelas brilhantes pareciam esconder algum mistério. Sua história durou cerca de hora e meia. Um dos membros foi esperto o bastante para gravar toda a narrativa.
Muitos ficaram assombrados por dois fatores distintos. Primeiro, o garoto possuía um conhecimento excepcionalmente profundo. Seu intelecto era obviamente muito distante do de um menino típico de sete anos de idade. Nem todos os professores seriam capazes de narrar a história inteira da Lemúria e dos Lemurianos com tamanhos detalhes. Não se encontra qualquer referência a esse país nos livros escolares. A ciência moderna ainda não comprovou a existência de outras civilizações. Em segundo lugar, estávamos todos maravilhados com a linguagem adiantada que o garoto utilizava. Estava muito acima da que os meninos de sua idade normalmente usam. Seu conhecimento de terminologias específicas, detalhes e fatos do passado de Marte e da Terra nos fascinaram a todos.
”Por que ele começou a conversação em primeiro lugar?”, disse o meu interlocutor. “Talvez ele tivesse apenas sido tocado pela atmosfera geral do nosso acampamento, com pessoas bem informadas e de mente aberta”, continuou ele. “Poderia ele ter inventado tudo aquilo?”. “Duvido muito”, objetou meu amigo. A mim me parece que o menino estava compartilhando suas lembranças pessoais de vidas passadas. É virtualmente impossível inventar tais histórias, alguém realmente teria de conhecê-las.
Hoje, depois de encontrar os pais de Boris e conhecer melhor o menino, começo a checar cuidadosamente as informações obtidas ao redor da fogueira. Ele nasceu na cidade de Volzhskii, Rússia, num hospital suburbano, embora oficialmente, com base em sua certidão de nascimento, sua cidade natal seja Zhirnovsk, na região de Volgogrado. Seu nascimento ocorreu em 11 de janeiro de 1996 (talvez isso seja útil para os astrólogos). Seus pais parecem ser pessoas maravilhosas. Nadezhda, a mãe de Boriska, é dermatologista numa clínica pública. Ela se formou na faculdade de medicina de Volgogrado em 1991. O pai do garoto é um funcionário aposentado. Ambos ficariam felizes se alguém pudesse lançar alguma luz sobre o mistério em torno de seu filho. Enquanto isso, eles simplesmente o observam e o vêem crescer.
”Depois que Boriska nasceu, notei que em 15 dias ele conseguia manter a cabeça ereta”, relembra Nadezhda. Pronunciou sua primeira palavra, baba (papai) quando tinha 4 meses, e logo depois começou a falar. Com 7 meses, construiu sua primeira frase: "Eu quero um prego". Ele disse essa frase em particular depois de observar um prego enfiado na parede. Notavelmente, suas habilidades intelectuais ultrapassavam suas habilidades físicas. Como essas habilidades se manifestavam? "Quando Boris tinha apenas um ano, comecei a lhe dar cartas (baseada no sistema Nikitin) e - adivinhe! - com um ano e meio ele já conseguia ler jornais. Não demorou muito para que se acostumasse com as cores e seus tons. Ele começou a pintar aos 2 anos. Então, logo após completar essa idade, nós o levamos ao centro de puericultura. Os professores ficaram todos assombrados com seus talentos e sua maneira incomum de pensar. O menino possui memória excepcional e uma inacreditável habilidade de absorver novas informações. Não obstante, seus pais logo notaram que seu filho estava adquirindo informações à sua maneira, de alguma outra fonte.
”Ninguém jamais ensinou isso a ele", relembra Nadya. "Mas, às vezes, ele sentava em posição de lótus e começava a falar. Ele falava sobre Marte, sobre sistemas planetários, civilizações distantes. Não conseguíamos acreditar no que ouvíamos. Como pode uma criança saber tudo isso? Cosmos, histórias intermináveis de outros mundos e da imensidade dos céus, são como mantras diários para ele desde que tinha 2 anos". Foi então que Boriska nos contou sobre sua vida anterior em Marte, sobre o fato de que o planeta era realmente habitado, e que, como resultado de uma destruidora catástrofe, perdera sua atmosfera e por isso seus habitantes tiveram que viver em cidades subterrâneas. Desde então, ele costumava viajar para a Terra com freqüência para comércio e com finalidades de pesquisa. Parecia que Boriska pilotava sua própria nave. Isso aconteceu durante o período das civilizações lemurianas. Ele tinha um amigo lemuriano que morreu bem diante de seus olhos.
Uma catástrofe imensa se abateu sobre a Terra. O continente gigantesco foi consumido por ondas de tempestades. Aí, de repente, uma enorme rocha caiu sobre uma construção onde seu amigo estava, disse Boriska. "Não pude salvá-lo. Estamos destinados a nos encontrar em algum momento desta encarnação”. O menino visualiza o quadro completo da queda da Lemúria como se tivesse acontecido ontem. Ele chora a morte de seu melhor amigo como se fosse culpa sua. Um dia, ele notou um livro na bolsa de sua mãe, intitulado "De Onde Viemos", de Ernst Muldashev. Precisavam ver a alegria e fascinação que essa descoberta provocou no menino. Ficou navegando pelas páginas por horas a fio, olhando para as figuras de lemurianos, fotos do Tibet. Começou então a falar sobre o intelecto elevado dos lemurianos. "Mas a Lemúria deixou de existir no mínimo há 800 mil anos", eu disse em resposta às afirmações dele. "Os lemurianos tinha 9 metros de altura! Isso é verdade? Como você consegue se lembrar de tudo isso"?
"Eu me lembro", respondeu o garoto. Mais tarde, ele começou a recordar outro livro de Muldashev intitulado "Em Busca da Cidade dos Deuses". O livro é dedicado principalmente às antigas tumbas e pirâmides. Boriska sustentou com firmeza que as pessoas encontrarão o conhecimento sob uma das pirâmides (não a de Quéops). Isso ainda não tinha sido descoberto. "A vida mudará depois que a Esfinge for aberta", disse ele, e acrescentou que a grande Esfinge tem um mecanismo de abertura em algum ponto atrás de sua orelha (mas ele não se recorda exatamente onde). O menino também fala com grande paixão e entusiasmo sobre a civilização Maia. De acordo com ele, sabemos muito pouco sobre aquela grande civilização e seu povo. Interessantemente, Boriska acha que agora finalmente chegou o tempo para que os "seres especiais" nasçam na Terra. "O renascimento do planeta se aproxima. Novos conhecimentos virão em grande quantidade, trazendo uma mentalidade diferente para os terráqueos”.
Como você sabe sobre essas crianças superdotadas e porque isso está acontecendo? Você sabe que eles são agora chamados de "crianças índigo"? "Eu sei que elas estão nascendo. Não obstante, eu ainda não encontrei nenhuma em minha cidade. Talvez possa ser uma menina chamada Yulia Petrova. Ela é a única que acredita em mim. Outros simplesmente riem de minhas histórias. Algo vai acontecer na Terra, é por isso que essas crianças são importantes. Elas serão capazes de ajudar as pessoas. Os pólos vão se inverter. A primeira grande catástrofe num dos continentes acontecerá em 2009. A seguinte ocorrerá em 2013, e será ainda mais devastadora".
Você não tem medo de que sua vida possa terminar como resultado de tal catástrofe?. "Não, eu não tenho medo. Eu já vivenciei uma catástrofe em Marte. Ainda existem pessoas como nós lá. Porém, após a guerra nuclear, tudo foi queimado. Algumas dessas pessoas conseguiram sobreviver. Eles construíram abrigos, novos armamentos. Também houve um movimento de continentes lá, embora o continente não fosse tão grande. Os marcianos respiram gás. Se eles chegassem ao nosso planeta, teriam de ficar próximos a canos de descarga e inspirar a fumaça". Você prefere respirar oxigênio?. "Quando se está neste corpo, tem-se que respirar oxigênio. Todavia, os marcianos não gostam deste ar, o ar da Terra, porque causa envelhecimento. Os marcianos são relativamente jovens, em torno de 30-35 anos de idade. A quantidade de bebês marcianos vai crescer anualmente".
Boris, porque nossas sondas espaciais desaparecem ou falham antes de chegar a Marte? "Marte transmite sinais especialmente destinados a destruí-las. Tais missões contêm radiação maléfica." (sondas movidas a plutônio?) "Eu estava impressionado com o conhecimento dele sobre esse tipo de radiação. É absolutamente verdadeiro. Em 1988, um residente de Volzhskii, Yuri Lushnichenko, um homem com poderes extra-sensoriais, tentou alertar as autoridades soviéticas sobre a queda inevitável das primeiras missões soviéticas a Marte, Fobos 1 e Fobos 2.
Ele também mencionou esse tipo de radiação desconhecida e maléfica sobre o planeta. Obviamente, ninguém o levou a sério então. O que você sabe sobre dimensões múltiplas? Você sabe que não se pode voar em trajetórias retas, mas sim manobrando através do espaço multidimensional? Boriska imediatamente se levantou e começou a despejar todos os fatos sobre UFOs. "Nós decolamos e pousamos na Terra a todo momento”! O garoto pegou um giz e começou a desenhar um objeto oval sobre o quadro negro. "Ele consiste de seis camadas", disse. 25% - camada externa, feita de metal durável, 30% - segunda camada feita de algo similar à borracha; a terceira camada compreende 30% - novamente de metal. Os últimos 4% são compostos de uma camada magnética especial. Se carregamos essa camada magnética com energia, essas máquinas serão capazes de voar a qualquer ponto do Universo".
Será que Boriska tem uma missão especial a cumprir? Ele tem consciência disso? Coloquei essas questões a seus pais e a ele próprio. Ele afirma que pode prever - diz sua mãe. Ele diz saber algo a respeito do futuro da Terra. Ele diz que a informação terá o papel mais significativo no futuro. Boris, como você sabe de tudo isso? "Está dentro de mim”. Boris, diga-nos porque as pessoas ficam doentes. "A doença resulta da incapacidade das pessoas de viverem adequadamente e serem felizes. Você deve esperar pela sua metade cósmica. Alguém jamais deveria envolver-se e bagunçar o destino de outros indivíduos. As pessoas não deveriam sofrer por seus erros passados, e sim entrar em contato com aquilo que lhe foi predestinado e tentar alcançar as alturas e conquistar seus sonhos" (essas são as palavras exatas que ele usou).
Vocês têm de ser mais simpáticos e calorosos. Caso alguém o ataque, abrace seu inimigo, peça-lhe perdão e ajoelhe-se diante dele. Se alguém o odeia, ame-o com todo fervor e devoção e peça-lhe desculpas. Essas são as regras do amor e da humildade. Sabem porque os lemurianos pereceram? Eu tenho parte da culpa. Eles não desejavam mais se desenvolver espiritualmente. Eles se afastaram do caminho predestinado e assim destruíram a unidade global planetária. O Caminho da Magia leva a lugar nenhum. O Amor é a verdadeira Magia! Como você sabe disso tudo? "Eu sei. Kailis". O que você disse? "Eu disse olá. Essa é a linguagem do meu planeta”.
Garoto russo diz que veio de Marte. Conheça essa história e de sua opinião.
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06:10
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Albert Einstein criou um teste de qi(raciocínio lógico) no século passado e afirmou que 98% da população mundial não é capaz de resolvê-lo.
Regras básicas para resolver o teste
- Há 5 casas de diferentes cores;
- Em cada casa mora uma pessoa de uma diferente nacionalidade;
- Esses 5 proprietários bebem diferentes bebidas, fumam diferentes tipos de cigarros e têm um certo animal de estimação;
- Nenhum deles têm o mesmo animal, fumam o mesmo cigarro ou bebem a mesma bebida.
Como resolver o Teste de Einstein
- Comece pelas dicas simples como, por exemplo, "O Norueguês vive na primeira casa".
- A partir das dicas óbvias, é possivel ir deduzindo as outras logicamente.
- Tenha calma e, se achar necessário, use um lápis e papel para tomar nota.
Pense logicamente e tente fazer parte do privilegiado grupo de 2% que conseguem resolver o teste.
Teste elaborado por Einstein. Apenas 2% da população consegue resolver este teste.
Unknown
16:53
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16:53
11. Descoberta: Sol é o objeto natural mais redondo do Universo
Uma pesquisa publicada na revista Science em 2012 mostrou que a variação na forma do Sol é bem menor do que os cientistas supunham. Eles analisaram imagens obtidas pelo Solar Dynamics Observatory da Nasa e concluíram que o Sol é o objeto natural mais redondo conhecido.
A descoberta quebrou uma crença antiga de que a forma do Sol mudava de acordo com os ciclos solares. Isso está ajudando os pesquisadores a entender melhor o comportamento do Sol e a sua dinâmica com os planetas.
10. Descoberta: Mais uma Lua orbitando Plutão
O planeta anão agora tem quatro luas conhecidas: Hydra, Nix, Charon e P4. A maior delas é Charon, que foi descoberta em 1978. Somente em 2005, o Telescópio Espacial Hubble descobriu Nix e Hydra. Mas, a mais surpreendente descoberta ocorreu em 2011, quando o telescópio fotografou o que está sendo chamado temporariamente de P4: uma lua com um diâmetro de até 34km.
Foi uma tremenda façanha para o Hubble. Afinal, ele conseguiu capturar uma imagem de algo muito pequeno, em uma distância de cerca de 4,8 bilhões de quilômetros da Terra. Não é pouca coisa. E a descoberta também ajudou a levantar a moral de Plutão, que andava baixa desde que ele foi rebaixado a planeta anão em 2006.
9. Descoberta: Enormes bolhas magnéticas no espaço
As duas sondas espaciais Voyager da Nasa encontraram bolhas magnéticas na região do Sistema Solar conhecida como Heliosheath, que fica a cerca de 14,5 bilhões de quilômetros da Terra.
Nos anos 1950, os cientistas acreditavam que essa região do espaço era relativamente calma. Porém, quando a Voyager 1 e a Voyager 2 entraram na Heliosheath, respectivamente em 2007 e 2008, elas detectaram uma turbulência gerada pelo campo magnético do Sol. Esse campo seria o responsável por criar as bolhas magnéticas de até cerca de 161 milhões de quilômetros de largura.
8. Descoberta: Estrelas também podem ter caudas
Em 2007, o telescópio espacial GALEX (Galaxy Evolution Explorer) escaneou a Mira A, uma estrela gigante vermelha, como parte de uma operação para escanear todo o céu em luz ultravioleta.
A surpresa veio quando os astronômos identificaram uma cauda como a de um cometa formando um rastro da Mira A. E isso porque a estrela está se movendo pelo Universo em uma velocidade impressionante, cerca de 468.319 km/h. Até então, se pensava que estrelas não podiam ter caudas.
7. Descoberta: Água na Lua
O satélite da Nasa LCROSS (Lunar Crater Observing and Sensing Satellite) foi desenvolvido para se fixar na Lua e colher informações. Para completar a missão, outro satélite menor o acompanhava para medir a constituição química dos materiais colhidos pela sonda maior. Em outubro de 2009, o LCROSS encontrou pequenas moléculas de água em uma cratera fria e permanentemente escura do pólo sul da Lua.
Depois de um ano de análises, a Agência Espacial Americana confirmou que a missão realmente havia encontrado água congelada no chão da cratera. Depois, 3 naves espaciais diferentes enviaram dados que indicam que algumas áreas do solo da Lua são revestidas por uma fina película de água. Não é preciso explicar por que isso é um baita avanço, né?
6. Descoberta: Eris, mais um planeta anão
Em janeiro de 2005, cientistas descobriram Eris, que fica localizado além da órbita de Plutão e tem aproximadamente o mesmo tamanho que esse planeta anão. Também foi descoberto que Eris tem sua própria lua, chamada de Dysnomia. Os dois são os objetos naturais mais distantes conhecidos no Sistema Solar.
A descoberta de Eris lançou o debate entre os cientistas sobre a definição do que realmente podia ser chamado de planeta: inicialmente, ele foi cotado para ser o 10º planeta do Sistema Solar. Mas acabou na lista dos planetas anões, assim como Plutão.
5. Descoberta: Evidências de água em Marte
Em 2011, a Agência Espacial Americana divulgou uma sequência de fotos e uma declaração dizendo que tinha evidências de que pode existir água corrente em Marte. Nas fotos era possível ver o que parece ser um líquido escorrendo pela paisagem rochosa do planeta e marcas desse fluxo nas rochas. Os cientistas acreditam que as marcas do fluxo sejam formadas por água salgada, que se aquece durante os meses de verão do planeta apenas o suficiente para derreter e “saltar” pela superfície.
Sinais de que Marte teria água corrente já tinham sido vistos antes, mas essa foi a primeira vez que essas marcas puderam ser observadas durante um curto período de tempo.
4. Descoberta: Uma das luas de Saturno exala vapor de água
Em julho de 2004, a sonda Cassini começou a orbitar Saturno. Por causa das missões anteriores do Voyager, uma das prioridades da missão de Cassini era investigar a 6ª maior lua do planeta, chamada de Enceladus. Depois de diversos voos em 2005, foram descobertos vapor de água e complexos hidrocarbonetos exalando de uma região geologicamente ativa da lua.
A descoberta empolgou tanto os cientistas da Nasa que, em maio de 2011, eles afirmaram que a Enceladus “está emergindo como o local mais habitável além da Terra no Sistema Solar para a vida como conhecemos”.
3. Descoberta: “Fluxo escuro”
Descoberto em 2008, o “fluxo escuro”, como está sendo chamado pelos astrônomos, é mais um mistério do que uma resposta. Pedaços de matéria no universo parecem estar se movendo em altas velocidades e em uma direção uniforme que não pode ser explicada por nenhuma das forças gravitacionais conhecidas.
Alguns cientistas estão dizendo que o “fluxo escuro” pode ser causado por outro universo pressionando o nosso. Já outros nem acreditam na existência do fluxo. O fato é que ainda não dá pra dizer qual a real importância dessa descoberta, mas é bom ficar de olho.
2. Descoberta: Planetas fora do Sistema Solar
Os primeiros planetas localizados fora do Sistema Solar foram descobertos em 1992. Vinte anos depois, em fevereiro de 2012, a missão Kepler da Nasa identificou mais 2.321 candidatos a novos planetas fora de nosso sistema.
Em maio de 2012, a lista desses planetas já acumulava 770 confirmados. Essa conta inclui 614 planetas em sistemas planetários e mais 104 planetas em sistemas planetários múltiplos. E, embora os números sejam baixos, isso só mostra que estamos avançando no conhecimento do Universo.
1. Descoberta: Primeiro planeta em zona habitável
Em dezembro de 2011, a Agência Espacial Americana confirmou a descoberta do primeiro planeta localizado na zona habitável de uma estrela parecida com o Sol. O planeta está sendo chamado de Kepler-22b e tem cerca de 2,5 vezes o tamanho do raio da Terra. Cientistas estão incertos quanto à composição do planeta, mas a descoberta foi um passo a mais na busca por um planeta gêmeo da Terra.
As 11 descobertas recentes mais importantes da astronomia
Unknown
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